quarta-feira, 8 de julho de 2009

Fernando Pessoa

Obras de Fernando Pessoa :


  1. A abelha Ricardo Reis
  2. A água chia no púcaro que elevo à boca, Alberto Caeiro
  3. A água da chuva desce a ladeira, Poesias Inéditas
  4. A aranha do meu destino, Poesias Inéditas
  5. Abat-jour, Cancioneiro
  6. Abdicação, Cancioneiro
  7. Abismo, Cancioneiro
  8. A cada qual, como a ‘statura é dada, Ricardo Reis
  9. A Casa Branca Nau Preta, Álvaro de Campos
  10. Acaso, Álvaro de Campos
  11. Acho tão natural que não se pense, Alberto Caeiro
  12. A ciência, a ciência, a ciência, Poesias Inéditas
  13. Acima da verdade estão os deuses. Ricardo Reis
  14. Aconteceu-me do alto do infinito, Cancioneiro
  15. Acordar da cidade de Lisboa, mais tarde do que as outrasÁlvaro de Campos
  16. Acordo de noite subitamente, Alberto Caeiro
  17. A criança loura, Cancioneiro
  18. A criança que pensa em fadas , Alberto Caeiro
  19. A criança que ri na rua, Poesias Inéditas
  20. Adagas cujas jóias velhas galas..., Cancioneiro
  21. Adiamento, Álvaro de Campos
  22. À dolorosa luz das grandes lâmpadas elétricas da fábrica, Álvaro de Campos
  23. A espantosa realidade das cousas, Alberto Caiero
  24. A estrada, como uma senhora, Poesias Inéditas
  25. A Europa jaz, posta nos cotovelos:, Mensagem - Brasão
  26. A Falência do Prazer e do Amor, Primeiro Fausto
  27. A Fernando Pessoa, Álvaro de Campos
  28. Affonso de Albuquerque, Mensagem - Brasão
  29. Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir, Álvaro de Campos
  30. A flor que és, não a que dás, eu quero, Ricardo Reis
  31. A Grande Esfinge do Egito sonha por este papel dentro..., Cancioneiro
  32. Aguardo, equânime, o que não conheço — Ricardo Reis
  33. A guerra que aflige com os seus esquadrões o Mundo, Alberto Caeiro
  34. Ah! A angústia, a raiva vil, o desespero, Cancioneiro
  35. Ah, a esta alma que não arde, Poesias Inéditas
  36. Ah, como incerta, na noite em frente, Poesias Inéditas
  37. Ah, a frescura na face de não cumprir um dever!, Álvaro de Campos
  38. Ah, já está tudo lido, Poesias Inéditas
  39. Ah, mas aqui, onde irreais erramos, Cancioneiro
  40. Ah, mas da voz exânime pranteia, Poesias Inéditas
  41. Ah, o crepúsculo, o cair da noite, o acender das luzes Álvaro de Campos
  42. Ah, onde estou ou onde passo, ou onde não estou nem passo, Álvaro de Campos
  43. Ah, perante esta única realidade, que é o mistério, Álvaro de Campos
  44. Ah, pouco a pouco, entre as árvores antigas, Álvaro de Campos
  45. A quanta melancolia! Poesias Inéditas
  46. Ah, quanta vez, na hora suave, Cancioneiro
  47. Ah, quem escreverá a história do que poderia ter sido?, Álvaro de Campos
  48. Ah! querem uma luz melhor Alberto Caeiro
  49. Além-Deus, Cancioneiro
  50. Ali não havia eletricidade, Álvaro de Campos
  51. A Lua (dizem os ingleses), Poesias Inéditas
  52. Amamos sempre no que temos, Cancioneiro
  53. A mão posta sobre a mesa, Poesias Inéditas
  54. Ameaçou chuva, Cancioneiro
  55. À Memória do Presidente-Rei Sidónio Pais, À memória do Presidente-Rei Sidónio Pais
  56. Amiel, Poesias Inéditas
  57. A minha alma partiu-se como um vaso vazio, Álvaro de Campos
  58. A minha camisa rota, Poesias Inéditas
  59. A minha vida é um barco abandonado, Cancioneiro
  60. A montanha por achar, Poesias Inéditas
  61. A morte chega cedo, Cancioneiro
  62. A morte é a curva da estrada, Cancioneiro
  63. A Múmia, Cancioneiro
  64. A nada imploram tuas mãos já coisas, Ricardo Reis
  65. Análise, Cancioneiro
  66. Análogo começo, Poesias Inéditas
  67. Andavam de noite aos segredos, Poesias Inéditas
  68. Andei léguas de sombra, Cancioneiro
  69. Antes de nós nos mesmos arvoredos, Ricardo Reis
  70. Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto, Alberto Caeiro
  71. Antonio Vieira, Mensagem
  72. A nau de um d'elles tinha-se perdido, Mensagem - O Encoberto
  73. A neve pôs uma toalha calada sobre tudo, Alberto Caeiro
  74. Aniversário. , Álvaro de Campos
  75. Anjos ou deuses, sempre nós tivemos, Ricardo Reis
  76. A noite desce, o calor soçobra um pouco, Alberto Caeiro
  77. A novela inacabada, Poesias Inéditas
  78. Antemanhã, Mensagem - O Encoberto
  79. Ao entardecer, debruçado pela janela, Alberto Caeiro
  80. Ao longe, ao luar, Cancioneiro
  81. Ao longe os montes têm neve ao sol, Ricardo Reis
  82. Aos deuses peço só que me concedam, Ricardo Reis
  83. A Outra, Cancioneiro
  84. Ao volante do Chevrolet pela estrada de Sintra, Álvaro de Campos
  85. A pálida luz da manhã de inverno, Poesias Inéditas
  86. A palidez do dia é levemente dourada, Ricardo Reis
  87. A parte do indolente é a abstrata vida, Poesias Inéditas
  88. A plácida face anônima de um morto, Álvaro de Campos
  89. Apontamento, Álvaro de Campos
  90. Apostila, Álvaro de Campos
  91. A Praça da Figueira de manhã, Álvaro de Campos
  92. Aproveitar o tempo! , Álvaro de Campos
  93. A Queda, Cancioneiro
  94. Aquela senhora tem um piano, Alberto Caeiro
  95. Aquele peso em mim — meu coração, Poesias Inéditas
  96. Aqui, dizeis, na cova a que me abeiro, Ricardo Reis
  97. Aqui está-se sossegado, Poesias Inéditas
  98. Aqui na orla da praia, mudo e contente do mar, Cancioneiro
  99. Aqui, Neera, longe, Ricardo Reis
  100. Aqui, neste misérrimo desterro, Ricardo Reis
  101. Aqui neste profundo apartamento, Poesias Inéditas
  102. Aqui onde se espera, Cancioneiro
  103. Arrumar a vida, pôr prateleiras na vontade e na ação, Álvaro de Campos
  104. Árvore verde, Poesias Inéditas
  105. As bolas de sabão, Alberto Caeiro
  106. Ascensão de Vasco da Gama, Mensagem - Mar Portuguez
  107. As horas pela alameda, Cancioneiro
  108. As Ilhas Afortunadas, Mensagem - O Encoberto
  109. As lentas nuvens fazem sono, Poesias Inéditas
  110. As minhas ansiedades, Cancioneiro
  111. As nações todas são mistérios, Mensagem - O Encoberto
  112. As nuvens são sombrias, Poesias Inéditas
  113. As quatro canções, Alberto Caeiro
  114. As rosas amo dos jardins de Adônis, Ricardo Reis
  115. A 'sperança como um fósforo inda aceso, Poesias Inéditas
  116. Assim como falham as palavras quando querem, Alberto Caeiro
  117. Assim, sem nada feito e o por fazer, Cancioneiro
  118. As tuas mãos terminam em segredo, Cancioneiro
  119. Às vezes, em dias de luz perfeita e exata, Alberto Caeiro
  120. Às vezes entre a tormenta, Cancioneiro
  121. Às vezes tenho idéias felizes, Álvaro de Campos
  122. Atrás não torna, nem, como Orfeu, volve, Ricardo Reis
  123. Atravessa esta paisagem o meu sonho dum porto infinito, Cancioneiro
  124. A tua carne calma, Poesias Inéditas
  125. A tua voz fala amorosa, Inéditas
  126. A Última Nau, Mensagem - O Encoberto
  127. Autopsicografia, Cancioneiro
  128. A Voz de Deus, Cancioneiro
  129. Azuis os montes que estão longe param, Ricardo Reis
  130. Azul ou verde, ou roxo quando o sol, Cancioneiro
  131. Baladas de uma outra terra, aliadas, Cancioneiro
  132. Barrow-On-Furness, Álvaro de Campos
  133. Basta pensar em sentir, Poesias Inéditas
  134. Bate a luz no Cimo, Cancioneiro
  135. Bem, hoje que estou só e, posso ver, Poesias Inéditas
  136. Bendito seja o mesmo sol ,Alberto Caeiro
  137. Bicarbonato de Soda, Álvaro de Campos
  138. Bocas roxas de vinho, Ricardo Reis
  139. Bóiam farrapos de sombra, Poesias Coligadas
  140. Bóiam leves, desatentos, Cancioneiro
  141. Braços cruzados, fita além do mar, Mensagem - O Encoberto
  142. Braços cruzados, sem pensar nem crer, Cancioneiro
  143. Braço sem corpo brandindo um Gládio, Cancioneiro
  144. Brasão Mensagem- 1a. Parte
  145. Breve o dia, breve o ano, breve tudo, Ricardo Reis
  146. Brilha uma voz na noute..., Cancioneiro
  147. Brincava a criança, Poesias Inéditas
  148. Cada coisa a seu tempo tem seu tempo, Ricardo Reis
  149. Cada dia sem gozo não foi teu, Ricardo Reis
  150. Cada um cumpre o destino que lhe cumpre, Ricardo Reis
  151. Cai chuva do céu cinzento, Poesias Inéditas
  152. Cai chuva. É noite. Uma pequena brisa, Poesias Inéditas
  153. Calma, Mensagem - O Encoberto
  154. Caminho a teu lado mudo, Poesias Inéditas
  155. Canção, Cancioneiro
  156. Cansado até dos deuses que não são..., Inéditas
  157. Cansa sentir quando se pensa, Cancioneiro
  158. Cansa ser, sentir dói, pensar destruir, Inéditas
  159. Canta onde nada existe, Poesias Inéditas
  160. Canto a Leopardi, Inéditas
  161. Ceifeira, Poesias Inéditas
  162. Cerca de grandes muros quem te sonhas, Cancioneiro
  163. Cessa o teu canto!, Cancioneiro
  164. Chega através do dia de névoa alguma coisa do, Álvaro de Campos
  165. Cheguei à janela, Poesias Inéditas
  166. Chove. É dia de Natal, Cancioneiro
  167. Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva, Cancioneiro
  168. Chove? Nenhuma chuva cai..., Cancioneiro
  169. Chove. Que fiz eu da vida?, Inéditas
  170. Chuva Oblíqua, Cancioneiro
  171. Clareia cinzenta a noite de chuva., Inéditas
  172. Claro em pensar, e claro no sentir, Mensagem - O Encoberto
  173. Clearly Non-Campos , Álvaro de Campos
  174. Com duas mãos — o Acto e o Destino —, Mensagem - Mar Português
  175. Começa a haver meia-noite, e a haver sossego, Álvaro de Campos
  176. Começa a ir ser dia, Cancioneiro
  177. Começa, no ar da antemanhã, Poesias Inéditas
  178. Começo a conhecer-me. Não existo, Álvaro de Campos
  179. Como a noite é longa!, Cancioneiro
  180. Como às vezes num dia azul e manso, Inéditas
  181. Como é por dentro outra pessoa, Poesias Inéditas
  182. Como inútil taça cheia, Cancioneiro
  183. Como nuvens pelo céu, Poesias Inéditas
  184. Como quem num dia de verão abre a porta de casa, Alberto Caeiro
  185. Como uma voz de fonte que cessasse, Cancioneiro
  186. Como um grande borrão, Alberto Caeiro
  187. Como se cada beijo, Ricardo Reis
  188. Como um vento na floresta, Inéditas
  189. Conclusão a sucata!... Fiz o cálculo, Álvaro de Campos
  190. Conselho, Cancioneiro
  191. Conta a lenda que dormia, Cancioneiro
  192. Contemplo o lago mudo, Cancioneiro
  193. Contemplo o que não vejo, Cancioneiro
  194. Contudo, contudo, Álvaro de Campos
  195. Coroai-me de rosas, Ricardo Reis
  196. Corre, raio de rio, e leva ao mar, Álvaro de Campos
  197. Creio que irei morrer, Alberto Caeiro
  198. Criança desconhecida e suja , Alberto Caeiro
  199. Criança, era outro, Poesias Inéditas
  200. Cruz na porta da tabacaria! , Álvaro de Campos
  201. Cruzou por mim, veio ter comigo, numa Rua da Baixa, Álvaro de Campos
  202. Cuidas, índio, que cumpres, apertando, Ricardo Reis
  203. Dá a surpresa de ser, Cancioneiro
  204. D. Afonso Henriques, Mensagem - O Encoberto
  205. Da lâmpada noturna, Ricardo Reis
  206. Da mais alta janela da minha casa, Alberto Caeiro
  207. Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo..., Alberto Caeiro
  208. Da minha idéia do mundo, Cancioneiro
  209. Da nossa semelhança com os deuses, Ricardo Reis
  210. Datilografia, Álvaro de Campos
  211. D. Diniz, Mensagem - Brasão
  212. D. Duarte, Rei de Portugal, Mensagem - Brasão
  213. De Apolo o carro rodou pra fora, Ricardo Reis
  214. De aqui a pouco acaba o dia., Inéditas
  215. D. Fernando, Infante de Portugal, Mensagem - Brasão
  216. Deixa-me ouvir o que não ouço., Poesias Inéditas
  217. Deixei de ser aquele que esperava, Poesias Inéditas
  218. Deixemos, Lídia, a ciência que não põe, Ricardo Reis
  219. Deixem-me o sono! Sei que é já manhã, Poesias Inéditas
  220. Deixei atrás os erros do que fui, Poesias Inéditas
  221. Deixo ao cego e ao surdo, Poesias Inéditas
  222. De La Musique, Álvaro de Campos
  223. De longe vejo passar no rio um navio..., Alberto Caeiro
  224. Demogorgon, Álvaro de Campos
  225. De novo traz as aparentes novas, Ricardo Reis
  226. De onde é quase o horizonte, Cancioneiro
  227. De pé, sobre os países conquistados, Mensagem - Brasão
  228. Depois da Feira, Cancioneiro
  229. Depois de amanhã, sim, só depois de manhã, Álvaro de Campos
  230. Depois de doze minutos, Álvaro de Campos
  231. Depois que todos foram, Poesias Inéditas
  232. Depois que o som da terra, que é não tê-lo, Poesias Inéditas
  233. Depus a máscara e vi-me ao espelho, Álvaro de Campos
  234. De quem é o olhar, Cancioneiro
  235. Desfaze a mala feita pra a partida!, Poesias Inéditas
  236. Desfraldando ao conjunto fictício dos céus estrelados, Álvaro de Campos
  237. Desperto sempre antes que raie o dia, Poesias Inéditas
  238. Deste modo ou daquele modo, Alberto Caeiro
  239. Deuses, forças, almas de ciência ou fé, Álvaro de Campos
  240. Deu-me Deus o seu gladio, porque eu faça, Mensagem - Brasão
  241. Deus não tem unidade, Poesias Inéditas
  242. Deus quer, o homem sonha, a obra nasce, Mensagem - Mar Português
  243. Deve chamar-se tristeza, Poesias Inéditas
  244. Dia após dia a mesma vida é a mesma, Ricardo Reis
  245. Ditosos a quem acena, Cancioneiro
  246. Dizem que finjo ou minto, Cancioneiro
  247. Dizem ?, Cancioneiro
  248. Dizes-me: tu és mais alguma cousa, Alberto Caeiro
  249. D. João Infante de Portugal, Mensagem - Brasão
  250. D. João, o Primeiro, Mensagem -Brasão
  251. D. João, o Segundo, Mensagem -Brasão
  252. Dobrada à Moda do Porto, Álvaro de Campos
  253. Dobre, Cancioneiro
  254. Do fundo do fim do mundo, Poesias Inéditas
  255. Dói viver, nada sou que valha ser, Poesias Inéditas
  256. Dói-me no coração, Poesias Inéditas
  257. Dói-me quem sou. E em meio da emoção, Poesias Inéditas
  258. Dois Diálogos, Primeiro Fausto
  259. Dois Excertos de Odes, Álvaro de Campos
  260. Do meio da rua, Poesias Inéditas
  261. Domina ou cala. Não te percas, dando, Ricardo Reis
  262. Domingo irei para as hortas na pessoa dos outros, Álvaro de Campos
  263. Do que quero renego, se o querê-lo, Ricardo Reis
  264. Dorme, criança, dorme, Poesias Inéditas
  265. Dorme enquanto eu velo..., Cancioneiro
  266. Dorme, que a vida é nada!, Cancioneiro
  267. Dorme sobre o meu seio, Cancioneiro
  268. Dormir! Não ter desejos nem esperanças, Poesias Inéditas
  269. Do seu longínquo reino cor-de-rosa, Poesias Inéditas
  270. Dos Lloyd Georges da Babilônia, Álvaro de Campos
  271. Doura o dia. Silente, o vento dura, Poesias Inéditas
  272. Do vale à montanha, Cancioneiro
  273. Doze signos do céu o Sol percorre, Poesias Inéditas
  274. D. Pedro, Regente de Portugal, Mensagem - Brasão
  275. D. Philippa de Lencastre, Mensagem - Brasão
  276. D. Sebastião, Mensagem - Brasão
  277. D. Tareja, Mensagem - Brasão
  278. Durmo, cheio de nada, e amanhã, Poesias Inéditas
  279. Durmo. Regresso ou espero?, Poesias Inéditas
  280. Durmo. Se sonho, ao despertar não sei, Cancioneiro
  281. E a extensa e vária natureza é triste, Poesias Inéditas
  282. É antes do ópio que a minh'alma é doente. ,Álvaro de Campos
  283. É boa! Se fossem malmequeres, Poesias Inéditas
  284. É brando o dia, brando o vento., Cancioneiro
  285. E fala aos constelados céus, Poesias Inéditas
  286. E há poetas que são artistas, Alberto Caeiro
  287. Eh, como outrora era outra a que eu não tinha! Poesias Inéditas
  288. É inda quente o fim do dia , Poesias Inéditas
  289. Ela canta, pobre ceifeira, Cancioneiro
  290. Ela ia, tranqüila pastorinha, Cancioneiro
  291. Elas são vaporosas, Cancioneiro
  292. Em Busca da Beleza, Cancioneiro
  293. Em horas inda louras, lindas, Cancioneiro
  294. Emissário de um rei desconhecido., Cancioneiro
  295. Em meus momentos escuros, Cancioneiro
  296. Em outro mundo, onde a vontade é lei, Poesias Inéditas
  297. Em plena vida e violência, Poesias Inéditas
  298. Em seu throno entre o brilho das espheras, Mensagem - Brasão
  299. Em toda a noite o sono não veio, Cancioneiro
  300. Em torno a mim, em maré cheia, Poesias Inéditas
  301. Em torno ao candeeiro desolado, Poesias Inéditas
  302. Encostei-me para trás na cadeira de convés e fechei os olhos, Álvaro de Campos
  303. Enfia, a agulha, Poesias Inéditas
  304. É noite. A noite é muito escura. Numa casa a umaAlberto Caeiro
  305. Entre a árvore e o vê-la, Cancioneiro
  306. Entre o bater rasgado dos pendões, Cancioneiro
  307. Entre o luar e a folhagem, Cancioneiro
  308. Entre o luar e o arvoredo, Poesias Inéditas
  309. Entre o que vejo de um campo e o que vejo de outro campo, Alberto Caeiro
  310. Entre o sono e o sonho, Cancioneiro
  311. Entre o sossego e o arvoredo, Poesias Inéditas
  312. E o esplendor dos mapas, caminho abstrato para a, Álvaro de Campos
  313. E ou jazigo haja, Poesias Inéditas
  314. E, ó vento vago, Poesias Inéditas
  315. Epitáfio Desconhecido, Poesias Inéditas
  316. Epitaphio de Bartolomeu Dias, Mensagem - Mar Português
  317. Era isso mesmo —, Poesias Inéditas
  318. Eram varões todos, Poesias Inéditas
  319. Eros e Psique,Cancioneiro
  320. Escrito num livro abandonado em viagem, Álvaro de Campos
  321. Esqueço-me das horas transviadas..., Cancioneiro
  322. Esta espécie de loucura, Cancioneiro
  323. Esta tarde a trovoada caiu, Alberto Caeiro
  324. Estás só. Ninguém o sabe. Cala e finge. Ricardo Reis
  325. Estas verdades não são perfeitas porque são ditas, Alberto Caeiro
  326. Esta velha angústia, Álvaro de Campos
  327. Este, seu scasso campo ora lavrando, Ricardo Reis
  328. Estou cansado, é claro, Álvaro de Campos
  329. Estou doente. Meus pensamentos começam a estar, Alberto Caeiro
  330. Estou reclinado na poltrona, é tarde, o Verão apagou-se, Álvaro de Campos
  331. Estou tonto, Álvaro de Campos
  332. É talvez o último dia da minha vida., Alberto Caeiro
  333. É tão suave a fuga deste dia, Ricardo Reis
  334. E toda a noite a chuva veio, Poesias Inéditas
  335. Eu, Poesias Inéditas
  336. Eu amo tudo o que foi, Poesias Inéditas
  337. Eu, eu mesmo, Álvaro de Campos
  338. É uma brisa leve, Poesias Inéditas
  339. É um campo verde e vasto, Poesias Inéditas
  340. Eu me resigno. Há no alto da montanha, Poesias Inéditas
  341. Eu nunca guardei rebanhos, Alberto Caeiro
  342. Eu tenho idéias e razões, Poesias Inéditas
  343. Exígua lâmpada tranqüila, Poesias Inéditas
  344. Falas de civilização, e de não dever ser, Alberto Caeiro
  345. Falhei. Os astros seguem seu caminho, Poesias Inéditas
  346. Faróis distantes, Álvaro de Campos
  347. Febre, Febre! Estou trêmulo de febre, Primeiro Fausto
  348. Feliz aquele a quem a vida grata. Ricardo Reis
  349. Feliz dia para quem é, Cancioneiro
  350. Felizes, cujos corpos, sob as árvores, Ricardo Reis
  351. Fernão de Magalhães, Mensagem - Mar Português
  352. Fito-me frente a frente ( I ), Poesias Inéditas
  353. Fito-me frente a frente ( II ), Poesias Inéditas
  354. Flores que colho, ou deixo, Ricardo Reis
  355. Flor que não dura, Poesias Inéditas
  356. Flui, indeciso na bruma, Poesias Inéditas
  357. Foi há muitos e muitos anos já, Poemas Traduzidos
  358. Foi um momento, Cancioneiro
  359. Fosse eu apenas, não sei onde ou como, Cancioneiro
  360. Fresta, Cancioneiro
  361. Frutos, dão-os as árvores que vivem, Ricardo Reis
  362. Fúria nas trevas o vento, Cancioneiro
  363. Gato que brincas na rua, Cancioneiro
  364. Gazetilha., Álvaro de Campos
  365. Glosa, Cancioneiro
  366. Glosa Poesias Inéditas
  367. Glosas Poesias Inéditas
  368. Gnomos do luar que faz selvas, Poesias Inéditas
  369. Gomes Leal, Cancioneiro
  370. Gostara, realmente, Poesias Inéditas
  371. Gostava de gostar de gostar, Álvaro de Campos
  372. Gozo os campos sem reparar para eles, Alberto Caeiro
  373. Gozo sonhado é gozo, ainda que em sonho, Ricardo Reis
  374. Gradual, desde que o calor, Poesias Inéditas
  375. Grandes mistérios habitam, Cancioneiro
  376. Grande sol a entreter, Poesias Inéditas
  377. Grandes são os desertos, e tudo é deserto, Álvaro de Campos
  378. Guia-me a só razão, Cancioneiro
  379. Há doenças piores que as doenças., Cancioneiro
  380. Há luz no tojo e no brejo, Poesias Inéditas
  381. Há mais de meia hora, Álvaro de Campos
  382. Há metafísica bastante em não pensar em nada, Alberto Caeiro
  383. Há música. Tenho sono, Poesias Inéditas
  384. Há no firmamento, Cancioneiro
  385. Há quanto tempo não canto, Poesias Inéditas
  386. Há quanto tempo, Portugal, há quanto, Álvaro de Campos
  387. Há quase um ano não 'screvo, Cancioneiro
  388. Há uma música do povo., Poesias Inéditas
  389. Há um frio e um vácuo no ar, Poesias Inéditas
  390. Há um grande som no arvoredo, Poesias Inéditas
  391. Há um murmúrio na floresta, Poesias Inéditas
  392. Há um país imenso mais real, Cancioneiro
  393. Há um poeta em mim que Deus me disse..., Cancioneiro
  394. Hiemal, Cancioneiro
  395. Hoje de manhã saí muito cedo, Alberto Caeiro
  396. Hoje, neste ócio incerto, Poesias Inéditas
  397. Hoje que a tarde é calma e o céu tranqüilo, Cancioneiro
  398. Hoje 'stou triste, 'stou triste., Poesias Inéditas
  399. Hora Absurda, Cancioneiro
  400. Hora Morta, Cancioneiro
  401. Horizonte, Mensagem - Mar Português
  402. Houve um ritmo no meu sono., Cancioneiro
  403. Ignorado ficasse o meu destino, Cancioneiro
  404. Ilumina-se a igreja por dentro da chuva deste dia, Cancioneiro
  405. Impressões do Crepúsculo., Cancioneiro
  406. Incidente, Poesias Inéditas
  407. Inglória é a vida, e inglório é conhecê-la, Ricardo Reis
  408. Iniciação, Cancioneiro
  409. Insônia, Álvaro de Campos
  410. Intervalo, Cancioneiro
  411. Inúmero riso sem água — só gente e coisas, Álvaro de Campos
  412. Isto, Cancioneiro
  413. Já não vivi em vão, Poesias Inéditas
  414. Já ouvi doze vezes dar a hora, Poesias Inéditas
  415. Já repeti o antigo encantamento, Cancioneiro
  416. Já sobre a fronte vã se me acinzenta, Ricardo Reis
  417. Jaz aqui, na pequena praia extrema, Mensagem - Mar Português
  418. Lá chegam todos, lá chegam todos , Álvaro de Campos
  419. Ladram uns cães a distância, Poesias Inéditas
  420. Lá fora onde árvores São, Poesias Inéditas
  421. Lá fora vai um redemoinho de sol os cavalos do carroussel ..., Cancioneiro
  422. Lâmpada deserta, Poesias Inéditas
  423. Lembro-me ou não? Ou sonhei?, Poesias Inéditas
  424. Lenta, descansa onda que a maré deixa, Ricardo Reis
  425. Lenta e lenta a hora, Cancioneiro
  426. Lenta e quieta a sombra vasta., Cancioneiro
  427. Leva-me longe, meu suspiro fundo., Cancioneiro
  428. Levando a bordo El-Rei D. Sebastião, Mensagem - Mar Português
  429. Leve, breve, suave, Cancioneiro
  430. Leve, leve, muito leve, Alberto Caeiro
  431. Leve no cimo das ervas, Poesias Inéditas
  432. Leves véus velam, nuvens vãs, a lua, Poesias Inéditas
  433. Liberdade, Cancioneiro
  434. Lídia, ignoramos. Somos estrangeiros, Ricardo Reis
  435. Li hoje quase duas páginas, Alberto Caeiro
  436. Lisboa com suas casas, Álvaro de Campos
  437. Lisbon Revisited (1923), Álvaro de Campos
  438. Lisbon Revisited (1926), Álvaro de Campos
  439. Longe da fama e das espadas, À memória do Presidente-Rei Sidónio Pais
  440. Longe de mim em mim existo., Poesias Inéditas
  441. Louco, sim, louco porque quis grandeza, Mensagem - Brasão
  442. Mais triste do que o que acontece, Poesias Inéditas
  443. Magnificat , Álvaro de Campos
  444. Manhã dos outros! Ó sol que dás confiança, Cancioneiro (em construção)
  445. Maravilha-te, memória! Poesias Inéditas
  446. Marinha, Cancioneiro (em construção)
  447. Marinetti Acadêmico, Álvaro de Campos
  448. Mar Manhã, Cancioneiro (em construção)
  449. Mar Portuguez, Mensagem
  450. Mas agora só me importa a luz da janela dele, Alberto Caeiro
  451. Mas antes era o Verbo, aqui perdido, Cancioneiro (em construção)
  452. Mas eu, alheio sempre, sempre entrando, Poesias Inéditas
  453. Mas eu, em cuja alma se refletem, Álvaro de Campos
  454. Mas não, é abstrata, é uma ave, Poesias Inéditas
  455. Mas o hóspede inconvidado, Poesias Inéditas
  456. Melhor destino que o de conhecer-se, Ricardo Reis
  457. Melodia triste sem pranto, Poesias Inéditas
  458. Mendigo do que não conhece, Poesias Inéditas
  459. Mestre, meu mestre querido!, Álvaro de Campos
  460. Mestre, são plácidas, Ricardo Reis
  461. Meto-me para dentro, e fecho a janela, Alberto Caeiro
  462. Meu coração esteve sempre, Poesias Inéditas
  463. Meu coração é um almirante louco, Álvaro de Campos
  464. Meu coração é um pórtico partido, Cancioneiro (em construção)
  465. Meu dever fez-me, como Deus ao mundo, Mensagem - Brasão
  466. Meu gesto que destrói, Ricardo Reis
  467. Meu pensamento é um rio subterrâneo, Cancioneiro (em construção)
  468. Meu ruído de alma cala, Poesias Inéditas
  469. Meu ser vive na Noite no Desejo, Poesias Inéditas
  470. Meus dias passam, minha fé também, Poesias Inéditas
  471. Meus versos são meu sonho dado, Poesias Inéditas
  472. Minha alma sabe-me a antiga, Poesias Inéditas
  473. Minha mulher, a solidão, Poesias Inéditas
  474. Minhas mesmas emoções, Poesias Inéditas
  475. Minuete Invisível, Cancioneiro
  476. Momento imperceptível, Cancioneiro
  477. Montes, e a paz que há neles, pois são longe ..., Cancioneiro (em construção)
  478. Música... Que sei eu de mim?, Poesias Inéditas
  479. Na casa defronte de mim e dos meus sonhos, Álvaro de Campos
  480. Nada fica de nada. Nada somos, Ricardo Reis
  481. Nada me prende a nada, Álvaro de Campos
  482. Nada. Passaram nuvens e eu fiquei, Poesias Inéditas
  483. Nada que sou me interessa, Poesias Inéditas
  484. Nada sou, nada posso, nada sigo., Cancioneiro
  485. Na floresta do Alheamento, Na Floresta do Alheamento
  486. Na margem verde da estrada, Poesias Inéditas
  487. Na noite escreve um seu Cantar de Amigo, Mensagem - Brasão
  488. Na noite que me desconhece, Poesias Inéditas
  489. Na noite terrível, substância natural de todas as noites, Álvaro de Campos
  490. Não a ti, Cristo, odeio ou menosprezo, Ricardo Reis
  491. Não a ti, Cristo, odeio ou te não quero, Ricardo Reis
  492. Não basta abrir a janela, Alberto Caeiro
  493. Não canto a noite porque no meu canto, Ricardo Reis
  494. Não consentem os deuses mais que a vida, Ricardo Reis
  495. Não: devagar, Álvaro de Campos
  496. Não digas nada! Poesias Inéditas
  497. Não digas nada! Que hás-me de dizer?, Poesias Inéditas
  498. Não dormes sob os ciprestes, Cancioneiro (em construção)
  499. Não durmo, nem espero dormir, Álvaro de Campos
  500. Não é ainda a noite, Cancioneiro (em construção)
  501. Não estou pensando em nada, Álvaro de Campos
  502. Não fiz nada, bem sei, nem o farei, Poesias Inéditas
  503. Não fui alguém. Minha alma estava estreita, Mensagem - Brasão
  504. Não haver deus é um deus também, Poesias Inéditas
  505. Não me digas mais nada. O resto é a vida, Cancioneiro
  506. Não me importo com as rimas. Raras vezes, Alberto Caeiro
  507. Não meu, não meu é quanto escrevo, Cancioneiro
  508. Não: não digas nada!, Cancioneiro
  509. Não não é cansaço, Álvaro de Campos
  510. Não, não é nesse lago entre rochedos, Poesias Inéditas
  511. Não: não quero nada, Álvaro de Campos
  512. Não, nem no sonho a perfeição sonhada, Poesias Inéditas
  513. Não queiras, Lídia, edificar no 'spaço, Ricardo Reis
  514. Não quero as oferendas, Ricardo Reis
  515. Não quero, Cloe, teu amor, que oprime, Ricardo Reis
  516. Não quero ir onde não há a luz, Poesias Inéditas
  517. Não quero ir onde não há luz, Poesias Inéditas
  518. Não quero mais que um som de água, Poesias Inéditas
  519. Não quero recordar nem conhecer-me, Ricardo Reis
  520. Não quero rosas, desde que haja rosas,Poesias Inéditas
  521. Não sei, ama, onde era, Cancioneiro(em construção)
  522. Não sei de quem recordo meu passado, Ricardo Reis
  523. Não sei. Falta-me um sentido, um tacto, Álvaro de Campos
  524. Não sei qual é o sentimento, ainda inexpresso, Álvaro de Campos
  525. Não sei quantas almas tenho. Fernando Pessoa
  526. Não sei que sonho me não descansa, Cancioneiro(em construção)
  527. Não sei se é amor que tens, ou amor que finges, Ricardo Reis
  528. Não sei se é sonho, se realidade, Cancioneiro(em construção)
  529. Não sei ser triste a valer, Poesias Inéditas
  530. Não só quem nos odeia ou nos inveja, Ricardo Reis
  531. Não só vinho, mas nele o olvido, deito, Ricardo Reis
  532. Não sou em quem descrevo. Eu sou a tela., Cancioneiro(em construção)
  533. Não sou nada, Álvaro de Campos
  534. Não tenhas nada nas mãos, Ricardo Reis
  535. Não tenho que sonhar que possam dar-me, Poesias Inéditas
  536. Não tragas flores, que eu sofro , Poesias Inéditas
  537. Não venhas sentar-se à minha frente, nem a meu lado; Poesias Inéditas
  538. Na paz da noite, cheia de tanto durar, Poesias Inéditas
  539. Na quinta entre ciprestes, Cancioneiro(em construção)
  540. Na ribeira deste rio, Cancioneiro
  541. Na rua cheia de sol vago há casas paradas e gente que anda, Álvaro de Campos
  542. Nasce um Deus. Outros morrem. A verdade, Cancioneiro(em construção)
  543. Nas entressombras de arvoredo, Poesias Inéditas
  544. Na sombra Cléopatra jaz morta, Cancioneiro(em construção)
  545. Na sombra do Monte Abiegno, Cancioneiro(em construção)
  546. Nas praças vindouras — talvez as mesmas que as nossas —, Álvaro de Campos
  547. Nas ruas da feira, Cancioneiro(em construção)
  548. Natal, Cancioneiro
  549. Natal... Na província neva, Cancioneiro(em construção)
  550. Náusea. Vontade de nada, Poesias Inéditas
  551. Na véspera de nada, Poesias Inéditas
  552. Na véspera de não partir nunca, Álvaro de Campos
  553. Navegadores Antigos Obra Completa
  554. Navio que parte para longe, Alberto Caeiro
  555. Negue-me tudo a sorte, menos vê-la, Ricardo Reis
  556. Nem da erva humilde se o destino esquece, Ricardo Reis
  557. Nem defini-la, nem achá-la, a ela, Cancioneiro
  558. Nem o bem nem o mal define o mundo, Poesias Inéditas
  559. Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Mensagem - O Encoberto
  560. Nem sempre sou igual no que digo e escrevo, Alberto Caeiro
  561. Nesta grande oscilação, Poesias Inéditas
  562. Nesta vida, em que sou meu sono, Poesias Inéditas
  563. Neste mundo em que esquecemos, Cancioneiro
  564. Nevoeiro, Mensagem - O Encoberto
  565. Ninguém a outro ama, senão que ama, Ricardo Reis
  566. Ninguém, na vasta seiva virgem, Ricardo Reis
  567. No acaso da rua o acaso da rapariga loira, Álvaro de Campos
  568. No breve número de doze meses, Ricardo Reis
  569. No céu da noite que começa, Poesias Inéditas
  570. No ciclo eterno das mudáveis coisas, Ricardo Reis
  571. No dia triste o meu coração mais triste que o dia..., Álvaro de Campos
  572. No entardecer da terra, Cancioneiro
  573. No entardecer dos dias de Verão, às vezes, Alberto Caeiro
  574. No fim da chuva e do vento, Poesias Inéditas
  575. No fim de tudo dormir, Álvaro de Campos
  576. Noite, Mensagem - O Encoberto
  577. Noite de S. João para além do muro do meu quintal, Alberto Caeiro
  578. No lugar dos palácios desertos e em ruínas, Álvaro de Campos
  579. No magno dia até os sons são claros, Ricardo Reis
  580. No mal-estar em que vivo, Cancioneiro(em construção)
  581. No meu prato que mistura de Natureza!, Cancioneiro(em construção)
  582. No meu sonho estiolaram, Poesias Inéditas
  583. No mundo, só comigo, deixaram, Ricardo Reis
  584. No ouro sem fim da tarde morta, Cancioneiro(em construção)
  585. No plaino, abandonadoCancioneiro
  586. Nos altos ramos de árvores frondosas, Ricardo Reis
  587. Nos jardins municipais, Poesias Inéditas
  588. Nota Preeliminar Mensagem
  589. No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, Álvaro de Campos
  590. No Túmulo Christian Rosencreutz, Cancioneiro
  591. No vale clareia uma fogueira, Mensagem - Mar Português
  592. Num dia excessivamente nítido, Alberto Caeiro
  593. Num meio-dia de fim de primavera, Alberto Caeiro
  594. Num sentimento de febre de ser para além doutro oceano, Para Além Doutro Oceano de C[oelho] Pacheco
  595. Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste, Poemas Traduzidos
  596. Nunalvares Pereira, Mensagem - Brasão
  597. Nunca a alheia vontade, inda que grata, Ricardo Reis
  598. Nunca conheci quem tivesse levado porrada, Álvaro de Campos
  599. Nunca, por mais que viaje, por mais que conheça, Álvaro de Campos
  600. Nunca sei como é que se pode achar um poente triste, Alberto Caeiro
  601. Nunca supus que isto que chamam morte, Poesias Inéditas
  602. Nuvens, Álvaro de Campos
  603. Nuvens sobre a floresta ..., Cancioneiro
  604. O abismo é o muro que tenho, Poesias Inéditas
  605. O amor é uma companhia, Alberto Caeiro
  606. O amor é que é essencial, Poesias Inéditas
  607. O amor, quando se revela, Poesias Inéditas
  608. O Andaime, Cancioneiro
  609. O Bandarra, Mensagem - O Encoberto
  610. O binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo, Álvaro de Campos
  611. O céu de todos os invernos, Poesias Inéditas
  612. O céu, azul de luz quieta, Cancioneiro(em construção)
  613. O céu 'strella o azul e tem grandeza., Mensagem - O Encoberto
  614. Occidente, Mensagem - Mar Português
  615. O Conde D. Henrique, Mensagem - Brasão
  616. O Contra-Símbolo, Poesias Inéditas
  617. Ó curva do horizonte, quem te passa, Poesias Inéditas
  618. O Das Quinas, Mensagem - Brasão
  619. Ode Marcial, Álvaro de Campos
  620. Ode Marítima, Álvaro de Campos
  621. O descalabro a ócio e estrelas..., Álvaro de Campos
  622. O Desejado, Mensagem - O Encoberto
  623. Ode Triunfal, Álvaro de Campos
  624. O deus Pã não morreu, Ricardo Reis
  625. O dia deu em chuvoso, Álvaro de Campos
  626. O Encoberto, Mensagem - O Encoberto
  627. Ó ervas frescas que cobris, Poesias Inéditas
  628. O esforço é grande e o homem é pequeno, Mensagem - Mar Português
  629. O espelho reflecte certo; não erra porque não pensa, Alberto Caeiro
  630. O florir do encontro casual, Álvaro de Campos
  631. O frio especial das manhãs de viagem, Álvaro de Campos
  632. O grande sol na eira, Poesias Inéditas
  633. O homem e a hora são um só, Mensagem - Brasão
  634. O horror de conhecer, Primeiro Fausto
  635. Oiço, como se o cheiro, Cancioneiro
  636. Oiço passar o vento na noite, Poesias Inéditas
  637. O inexplicável horror, Primeiro Fausto
  638. O Infante, Mensagem - Mar Português
  639. O Infante D. Henrique, Mensagem - O Encoberto
  640. Olá, guardador de rebanhos, Alberto Caeiro
  641. Olha, Daisy: quando eu morrer tu hás de, Álvaro de Campos
  642. Olha-me rindo uma criança, Poesias Inéditas
  643. Olho os campos, Neera, Ricardo Reis
  644. Olho o Tejo, e de tal arte, Cancioneiro
  645. O Louco, Poesias Inéditas
  646. O luar através dos altos ramos, Alberto Caeiro
  647. O luar quando bate na relva, Alberto Caeiro
  648. O maestro sacode a batuta, Alberto Caeiro
  649. O mar anterior a nós, teus medos, Mensagem - Mar Português
  650. O Marinheiro, O Marinheiro
  651. O mar jaz; gemem em segredo os ventos, Ricardo Reis
  652. Ó mar salgado, quanto do teu sal, Mensagem - Mar Português
  653. O mau aroma álacre, Poesias Inéditas
  654. O Menino da Sua Mãe, Cancioneiro
  655. O mesmo Teucro duce et auspice Teucro, Álvaro de Campos
  656. O meu coração quebrou-se, Poesias Inéditas
  657. O meu olhar é nítido como um girassol, Alberto Caeiro
  658. O meu olhar azul como o céu, Alberto Caeiro
  659. O mytho é o nada que é tudo, Mensagem - Brasão
  660. O mistério das cousas, onde está ele?, Alberto Caeiro
  661. O Mistério do Mundo, Primeiro Fausto
  662. O Monstrengo, Mensagem - Mar Português
  663. O monstrengo que esta no fim do mar., Mensagem - O Encoberto
  664. Ó naus felizes, que do mar vago, Cancioneiro
  665. Onda que, enrolada, tornas, Cancioneiro
  666. Onde, em jardins exaustos, Poesias Inéditas
  667. Onde pus a esperança, as rosas, Cancioneiro
  668. Onde quer que, entre sombras e dizeres, Mensagem - O Encoberto
  669. Onde quer que o arado o seu traço consiga, Poesias Inéditas
  670. Ontem à tarde um homem das cidades, Alberto Caeiro
  671. Ontem o pregador de verdades dele, Alberto Caeiro
  672. O pastor amoroso perdeu o cajado, Alberto Caeiro
  673. O Peso de Haver o Mundo, Poesias Inéditas
  674. Opiário, Álvaro de Campos
  675. O poeta é um fingidor, Cancioneiro
  676. O ponteiro dos segundos., Poesias Inéditas
  677. O que é vida e o que é morte, Poesias Inéditas
  678. O que eu fui o que é?, Poesias Inéditas
  679. O que há em mim é sobretudo cansaço, Álvaro de Campos
  680. O que me dói não é, Cancioneiro
  681. O que nós vemos das cousas são as cousas, Alberto Caeiro
  682. O que o seu jeito revela, Poesias Inéditas
  683. O que ouviu os meus versos disse-me: que tem isso de novo?, Alberto Caeiro
  684. O que sentimos, não o que é sentido, Ricardo Reis
  685. O Quinto Império, Mensagem - O Encoberto
  686. Ora até que enfim ... perfeitamente, Álvaro de Campos
  687. O rastro breve que das ervas moles, Ricardo Reis
  688. O rio que passa dura, Poesias Inéditas
  689. O ritmo antigo que há em pés descalços, Ricardo Reis
  690. O ruído vário da rua, Poesias Inéditas
  691. Os antigos invocaram as Musas, Álvaro de Campos
  692. O Dos Castelos, Mensagem - Brasão
  693. Oscila o incensório antigo, Poesias Inéditas
  694. Os Colombos, Mensagem - Mar Português
  695. Os Deuses da tormenta e os gigantes da terra, Mensagem - Mar Português
  696. Os Deuses desterrados, Ricardo Reis
  697. Os deuses e os Messias que são deuses, Ricardo Reis
  698. Os deuses, não os reis, são os tiranos, Poesias Inéditas
  699. Os deuses vão-se como forasteiros., Cancioneiro
  700. Os Deuses vendem quando dão, Mensagem - Brasão
  701. Ó sino da minha aldeia, Cancioneiro
  702. Os pastores de Virgílio tocavam avenasAlberto Caeiro
  703. O sol às casas, como a montes, Cancioneiro
  704. O sol doirava-te a cabeça loura, Poesias Inéditas
  705. O Sol que doura as neves afastadas, Poesias Inéditas
  706. O sol queima o que toca, Poesias Inéditas
  707. O som contínuo da chuva Poesias Inéditas
  708. O som do relógio, Poesias Inéditas
  709. O sonho que se opôs a que eu vivesse, Poesias Inéditas
  710. O sono é bom pois despertamos dele. Ricardo Reis
  711. O sono — oh ilusão! — o sono? quem Cancioneiro
  712. O sono que desce sobre mim, Álvaro de Campos
  713. Ó sorte de olhar mesquinho, Poesias Inéditas
  714. O sossego da noite, na vilegiatura no alto;, Álvaro de Campos
  715. O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, Alberto Caeiro
  716. O Temor da Morte, Primeiro Fausto
  717. O tempo que eu hei sonhado, Cancioneiro
  718. O ter deveres, que prolixa coisa! , Álvaro de Campos
  719. O teu silêncio é uma nau com todas as velas paridas..., Cancioneiro
  720. Ó tocadora de harpa, se eu beijasse, Cancioneiro
  721. O tumulto concentrado da minha imaginaçãoÁlvaro de Campos
  722. Ouço sem ver, e assim, entre o arvoredo, Poesias Inéditas
  723. O último sortilégio, Cancioneiro
  724. O único mistério do Universo e o mais e não o menos, Alberto Caeiro
  725. O Universo não é uma idéia minha, Alberto Caeiro
  726. Outros haverão de ter, Mensagem - O Encoberto
  727. Outros terão, Poesias Inéditas
  728. Ouvi contar que outrora, quando a Pérsia, Ricardo Reis
  729. Ó vento do norte, tão fundo e tão frio, Novas Poesias
  730. O vento sopra lá fora, Poesias Inéditas
  731. O vento tem variedade, Poesias Inéditas
  732. Padrão, Mensagem - Mar Português
  733. Pae, foste cavaleiro, Mensagem - Brasão
  734. Paira à tona de água, Cancioneiro
  735. Paira no ambíguo destinar-se, Poesias Inéditas
  736. Paisagens, quero-as Comigo, Poesias Inéditas
  737. Pálida, a Lua permanece, Poesias Inéditas
  738. Pálida sombra esvoaça, Poesias Inéditas
  739. Para Além Doutro Oceano, Para Além Doutro Oceano de C[oelho] Pacheco
  740. Pára, Meu coração!, Álvaro de Campos
  741. Para onde vai a minha vida, e quem a leva?, Cancioneiro
  742. Para os deuses as coisas são mais coisas, Ricardo Reis
  743. Para ser grande, sé inteiro: nada, Ricardo Reis
  744. Parece às vezes que desperta, Poesias Inéditas
  745. Parece estar calor, mas nasce, Poesias Inéditas
  746. Parece que estou sossegando, Poesias Inéditas
  747. Passa no sopro da aragem, Poesias Inéditas
  748. Passa uma borboleta por diante de mim, Alberto Caeiro
  749. Passa uma nuvem pelo sol, Cancioneiro
  750. Passagem das Horas, Álvaro de Campos
  751. Passava eu na estrada pensando impreciso, Poesias Inéditas
  752. Passei toda a noite, sem dormir, vendo, sem espaço, a figura dela, Alberto Caeiro
  753. Passos da Cruz, Cancioneiro
  754. Passos tardam na relva, Cancioneiro
  755. Passou, Cancioneiro
  756. Passou a diligência pela estrada, e foi-se; Alberto Caeiro
  757. Passou, fora de Quando, Cancioneiro
  758. Pastor do monte, tão longe de mim com as tuas ovelhas —, Alberto Caeiro
  759. Pauis de roçarem ânsias pela minh'alma em ouro ..., Cancioneiro
  760. Pecado Original, Álvaro de Campos
  761. Peguei no meu coração, Cancioneiro
  762. Pela rua já serena, Poesias Inéditas
  763. Pelo plaino sem caminho, Poesias Inéditas
  764. Pensar em Deus é desobedecer a Deus, Alberto Caeiro
  765. Pesa o decreto atroz do fim certeiro, Ricardo Reis
  766. Pierrot Bêbado, Cancioneiro
  767. Plenilúnio, Cancioneiro
  768. Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares,
  769. Pobre velha música!, Cancioneiro
  770. Põe-me as mãos nos ombros ..., Cancioneiro
  771. Poema, Cancioneiro
  772. Poemas dos Dois Exílios, Poesias Inéditas
  773. Poema em Linha Reta, Álvaro de Campos
  774. Pois cai um grande e calmo efeito, Poesias Inéditas
  775. Pois que nada que dure, ou que, durandoRicardo Reis
  776. Ponho na altiva mente o fixo esforço, Ricardo Reis
  777. Por que abrem as coisas alas para eu passar?, Cancioneiro
  778. Porque é que um sono agita, Cancioneiro
  779. Por que esqueci quem fui quando criança?, Poesias Inéditas
  780. Por quem foi que me trocaram?, Poesias Inéditas
  781. Por que, ó Sagrado, sobre a minha vida, Poesias Inéditas
  782. Por que sou tão triste ignoro, Poesias Inéditas(em construção)
  783. Por trás daquela janela, Cancioneiro
  784. Portugal-Infinito, onde de junho de mil novecentos e quinze, Álvaro de Campos
  785. Pouco a pouco o campo se alarga e se doura, Alberto Caeiro
  786. Pouco importa de onde a brisa, Cancioneiro(em construção)
  787. Pouco me importa, Alberto Caeiro
  788. Pousa um momento, Poesias Inéditas
  789. Prazer, mas devagar, Ricardo Reis
  790. Prece, Mensagem - Mar Português
  791. Prefiro rosas, meu amor, à pátria, Ricardo Reis
  792. Presságio, Poesias Inéditas(em construção)
  793. Primeiro Fausto, Primeiro Fausto
  794. Primeiro prenúncio de trovoada de depois de amanhã, Alberto Caeiro
  795. Psiquetipia (ou Psicotipia), Álvaro de Campos
  796. Pudesse eu como o luar, Poesias Inéditas
  797. Qual é a tarde por achar, Poesias Inéditas
  798. Qualquer caminho leva a toda a parte, Poesias Inéditas
  799. Qualquer Música, Cancioneiro
  800. Qualquer música ah, qualquer, Cancioneiro(em construção)
  801. Quando a erva crescer em cima da minha sepultura, Alberto Caeiro
  802. Quando as crianças brincam, Cancioneiro
  803. Quando, despertos deste sono, a vida, Cancioneiro
  804. Quando Ela Passa, Cancioneiro
  805. Quando é que passará esta noite interna, o universo, Álvaro de Campos
  806. Quando era criança, Cancioneiro
  807. Quando era jovem, eu a mim dizia: Poesias Inéditas
  808. Quando está frio no tempo do frio, para mimAlberto Caeiro
  809. Quando eu me sento à janela, Cancioneiro
  810. Quando eu não te tinha, Alberto Caeiro
  811. Quando, Lídia, vier o nosso outono, Ricardo Reis
  812. Quando já nada nos resta, Poesias Inéditas
  813. Quando nas pausas solenes, Poesias Inéditas(em construção)
  814. Quando olho para mim não me percebo, Álvaro de Campos
  815. Quando tornar a vir a Primavera, Alberto Caeiro
  816. Quando vier a Primavera, Alberto Caeiro
  817. Quanta mais alma ande no amplo informe, Poesias Inéditas
  818. Quanta tristeza e amargura afoga, Ricardo Reis
  819. Quanto faças, supremamente faze, Ricardo Reis
  820. Quanto fui peregrino, Poesias Inéditas(em construção)
  821. Quão breve tempo é a mais longa vida, Ricardo Reis
  822. Quase anônima sorris, Poesias Inéditas(em construção)
  823. Que a morte me desmembre em outro, e eu fique, Primeiro Fausto
  824. Que auréola te cerca? Mensagem - Brasão
  825. Que coisa distante, Cancioneiro(em construção)
  826. Que costa é que as ondas contam, Mensagem - O Encoberto
  827. Que enigma havia em teu seio, Mensagem - Brasão
  828. Que jaz no abysmo sob o mar que se ergue?, Mensagem - O Encoberto
  829. Que lindos olhos de azul inocente os do pequenito do agiota!, Álvaro de Campos(em construção)
  830. Quem bate à minha porta, Cancioneiro(em construção)
  831. Quem diz ao dia, dura! e à treva, acaba! Ricardo Reis
  832. Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois, Alberto Caeiro
  833. Quem me dera que eu fosse o pó da estrada, Alberto Caeiro
  834. Quem me roubou a minha dor antiga, Cancioneiro(em construção)
  835. Quem me roubou quem nunca fui e a Vida?, Poesias Inéditas(em construção)
  836. Que morta esta hora!, Cancioneiro(em construção)
  837. Quem te disse ao ouvido esse segredo, Cancioneiro
  838. Quem vende a verdade, e a que esquina?, Poesias Inéditas(em construção)
  839. Que noite serena! Que lindo luar!, Álvaro de Campos
  840. Que pandeiretas o silencio deste quarto!..., Cancioneiro(em construção)
  841. Quero acabar entre rosas, porque as amei na infância, Álvaro de Campos
  842. Quero dos deuses só que me não lembrem, Ricardo Reis
  843. Quero fugir ao mistério, Primeiro Fausto
  844. Quero ignorado, e calmo, Ricardo Reis
  845. Quero ser livre insincero, Poesias Inéditas(em construção)
  846. Quero, terei —, Poesias Inéditas(em construção)
  847. Quer pouco: terás tudo, Ricardo Reis
  848. Que symbolo fecundo, Mensagem - O Encoberto
  849. Que suave é o ar! Como parece, Poesias Inéditas
  850. Que voz vem no som das ondas, Mensagem - O Encoberto
  851. Quinto Império, Quinto Império
  852. Rala cai chuva. O ar não é escuro. A hora, Poesias Inéditas
  853. Rasteja mole pelos campos ermos. Ricardo Reis
  854. Realidade, Álvaro de Campos
  855. Redemoinha o vento, Cancioneiro
  856. Relógio, morre —, Poesias Inéditas
  857. Renego, lápis partido, Poesias Inéditas
  858. Repousa sobre o trigo, Cancioneiro
  859. Reticências, Álvaro de Campos
  860. Reza por mim, Maria, eu sentirei, Primeiro Fausto
  861. Saber? Que sei eu?, Cancioneiro
  862. Sabes quem sou? Eu não sei, Poesias Inéditas
  863. Sábio é o que se contenta com o espetáculo do mundo, Ricardo Reis
  864. Sá-Carneiro, Poesias Inéditas
  865. Sagra, sinistro, a alguns o astro baço, Cancioneiro
  866. Saudação a Walt Whitman, Álvaro de Campos
  867. Saudade Dada, Cancioneiro
  868. Saudade eterna, que pouco duras! Poesias Inéditas
  869. Saudoso já deste verão que vejo, Ricardo Reis
  870. 'Screvo meu livro à beira-magua, Mensagem - O Encoberto
  871. Se a alma que sente e faz conhece, Mensagem - Brasão
  872. Se a cada coisa que há um deus compete, Ricardo Reis
  873. Se às vezes digo que as flores sorriem, Alberto Caeiro
  874. Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia, Alberto Caeiro
  875. Se estou só, quero não 'star, Poesias Inéditas
  876. Se eu, ainda que ninguém, Cancioneiro
  877. Se eu me sentir sono, Poesias Inéditas
  878. Se eu morrer novo, Alberto Caeiro
  879. Se eu pudesse não ter o ser que tenho, Poesias Inéditas
  880. Se eu pudesse trincar a terra toda, Alberto Caeiro
  881. Segue o teu destino, Ricardo Reis
  882. Seguro assento na coluna firme, Ricardo Reis
  883. Sei bem que não Consigo, Poesias Inéditas
  884. Sei que despertei e que ainda durmo, Na Floresta do Alheamento
  885. Sei que nunca terei o que procuro, Poesias Inéditas
  886. Se já não torna a eterna primavera, Cancioneiro
  887. Seja o que for que esteja no centro do Mundo, Alberto Caeiro
  888. Senhor, a noite veio e a alma é vil, Mensagem - O Encoberto
  889. Sentou-se bêbado à mesa e escreveu um fundo, Álvaro de Campos
  890. Se o homem fosse como deveria ser, Alberto Caeiro
  891. Sepulto vive quem é a outrem dado, Poesias Inéditas
  892. Se quiserem que eu tenha, um misticismo, Alberto Caeiro
  893. Ser consciente é talvez um esquecimento, Poesias Inéditas
  894. Se recordo quem fui, outrem me vejo, Ricardo Reis
  895. Serena voz imperfeita, eleita, Cancioneiro
  896. Sereno aguarda o fim que pouco tarda, Ricardo Reis
  897. Se sou alegre ou sou triste? , Poesias Inéditas
  898. Se te queres matar, por que não te queres matar?, Álvaro de Campos
  899. Se tudo o que há é mentira, Poesias Inéditas
  900. Se alguém bater um dia à tua porta,Poesias Inéditas
  901. Severo narro. Quanto sinto, penso. Ricardo Reis
  902. Silfos ou gnomos tocam? ..., Cancioneiro
  903. Símbolos? Estou farto de símbolos , Álvaro de Campos
  904. Símbolos. Tudo símbolos , Álvaro de Campos
  905. Sim, já sei, Poesias Inéditas
  906. Sim, passava aqui freqüentemente há vinte anos, Álvaro de Campos
  907. Sim, sei bem, Ricardo Reis
  908. Sim, sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo, Álvaro de Campos
  909. Sim, tudo é certo logo que o não seja, Poesias Inéditas
  910. Soam vãos, dolorido epicurista, Cancioneiro
  911. Sob a leve tutela, Ricardo Reis
  912. Sob olhos que não olham — os meus olhos —, Poesias Inéditas (em construção)
  913. Só esta liberdade nos concedem, Ricardo Reis
  914. Sofro, Lídia, do medo do destino, Ricardo Reis
  915. Solene passa sobre a fértil terra, Ricardo Reis
  916. Sol nulo dos dias vãos, Cancioneiro(em construção)
  917. Só a natureza é divina, e ela não é divina ..., Alberto Caeiro
  918. Soneto Já Antigo, Álvaro de Campos
  919. Sonhava, anonymo e disperso, Mensagem - O Encoberto
  920. Sonhei, confuso, e o sono foi disperso,Poesias Inéditas
  921. Sonho. Não sei quem sou neste momento, Cancioneiro
  922. Sonho sem fim nem fundo, Poesias Inéditas(em construção)
  923. Sonhos, sistemas, mitos, ideais ..., Cancioneiro(em construção)
  924. Só o ter flores pela vista fora, Ricardo Reis
  925. Sopra demais o vento, Cancioneiro
  926. Sopra o vento, sopra o vento, Poesias Inéditas(em construção)
  927. Só quem puder obter a estupidez, Cancioneiro
  928. Sorriso audível das folhas, Cancioneiro
  929. Sossega, coração! Não desesperes! - Poesias Inéditas
  930. Sou o Espírito da treva - Poesias Inéditas
  931. Sou louco e tenho por memória, Poesias Inéditas
  932. Sou um evadido, Poesias Inéditas
  933. Sou um guardador de rebanhos, Alberto Caeiro
  934. Sou vil, sou reles, corno toda a gente, Álvaro de Campos
  935. Sozinho, no cais deserto, a esta manhã de Verão, Álvaro de Campos
  936. 'SperaI Cai no areal e na hora adversa, Mensagem - O Encoberto
  937. Suavemente grande avança, Cancioneiro(em construção)
  938. Súbdito inútil de astros dominantes, Ricardo Reis
  939. Súbita mão de algum fantasma oculto, Cancioneiro(em construção)
  940. Súbita, uma angústia , Álvaro de Campos
  941. Tabacaria, Álvaro de Campos
  942. Talvez que seja a brisa, Poesias Inéditas
  943. Também sei fazer conjeturas, Alberto Caeiro
  944. Tão abstrata é a idéia do teu ser, Cancioneiro(em construção)
  945. Tão cedo passa tudo quanto passa!, Ricardo Reis
  946. Tão linda e finda a memoro!, Poesias Inéditas(em construção)
  947. Tão vago é o vento que parece, Poesias Inéditas
  948. Temo, Lídia, o destino. Nada é certo, Ricardo Reis
  949. Tenho dito tantas vezes, Cancioneiro
  950. Tenho dó das estrelas, Cancioneiro(em construção)
  951. Tenho em mim como uma bruma, Poesias Inéditas(em construção)
  952. Tenho escrito muitos versos, Poesias Inéditas
  953. Tenho esperança? Não tenho, Poesias Inéditas
  954. Tenho pena até ... nem sei, Poesias Inéditas
  955. Tenho principalmente não ter nada —, Poesias Inéditas(em construção)
  956. Tenho sono em pleno dia, Poesias Inéditas
  957. Tenho tanto sentimento, Cancioneiro
  958. Tenho uma grande constipação, Álvaro de Campos
  959. Tênue, como se de Éolo a esquecessem, Ricardo Reis
  960. Tênue, roçando sedas pelas horas, Cancioneiro(em construção)
  961. Terceiro, Mensagem - O Encoberto
  962. Teu corpo real que dorme, Poesias Inéditas(em construção)
  963. Teu inútil dever, Poesias Inéditas(em construção)
  964. Teu perfil, teu olhar real ou feito, Poesias Inéditas(em construção)
  965. Teus olhos entristecem, Cancioneiro
  966. The Times, Álvaro de Campos
  967. Tirem-me os deuses, Ricardo Reis
  968. Toda a obra é vã, e vã a obra toda, Poesias Inéditas(em construção)
  969. Todas as cartas de amor são, Álvaro de Campos
  970. Todas as cousas que há neste mundo, - Poesias Inéditas
  971. Todas as opiniões que há sobre a natureza, Alberto Caeiro
  972. Todo começo é involuntário, Mensagem - Brasão
  973. Todos os dias agora acordo com alegria e pena, Alberto Caeiro
  974. Toma-me, ó noite eterna, nos teus braços, Cancioneiro(em construção)
  975. Tomamos a Vila Depois de um Intenso Bombardeamento, Cancioneiro
  976. Tormenta, Mensagem - O Encoberto
  977. Tornar-te-ás só quem tu sempre foste, Poesias Inéditas
  978. Traço sozinho, no meu cubículo de engenheiro, o plano, Álvaro de Campos
  979. Trago dentro do meu coração, Álvaro de Campos
  980. Trapo, Álvaro de Campos
  981. Treme em luz a água, Cancioneiro
  982. Trila na noite uma flauta. É de algum, Cancioneiro(em construção)
  983. Triste de quem vive em casa, Mensagem - O Encoberto
  984. Tuas, não minhas, teço estas grinaldas, Ricardo Reis
  985. Tudo, desde ermos astros afastados, Ricardo Reis
  986. Tudo Quanto Penso - Poesias Coligidas
  987. Tudo que sinto, tudo quanto penso,Poesias Inéditas
  988. Tudo quanto sonhei tenho perdido, Poesias Inéditas(em construção)
  989. Tudo que cessa é morte, e a morte é nossa, Ricardo Reis
  990. Tudo que faço ou medito, Cancioneiro
  991. Tu, místico, vês uma significação em todas as cousas, Alberto Caeiro
  992. Ulysses, Mensagem - O Encoberto
  993. Última estrela a desaparecer antes do dia, Alberto Caeiro
  994. Uma após uma as ondas apressadas, Ricardo Reis
  995. Uma gargalhada de rapariga soa do ar da estrada, Alberto Caeiro
  996. Uma maior solidão, Poesias Inéditas
  997. Uma névoa de outono o ar raro vela, Poesias Inéditas
  998. Uma só luz sombreia o cais, Poesias Inéditas
  999. Um dia baço mas não frio , Poesias Inéditas
  1000. Um dia de chuva é tão belo como um dia de Sol, Alberto Caeiro
  1001. Um dia, num restaurante, fora do espaçoÁlvaro de Campos
  1002. Um muro de nuvens densas, Cancioneiro
  1003. Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta, Alberto Caeiro
  1004. Universal lamento, Poesias Inéditas
  1005. Uns, com os olhos postos no passado, Ricardo Reis
  1006. Uns Versos Quaisquer, Cancioneiro
  1007. ...Vaga história ,Poesias Inéditas
  1008. Vaga, no azul ampla solta, Cancioneiro
  1009. Vaga saudade, tanto, Poesias Inéditas
  1010. Vai alta no céu a lua da Primavera, Alberto Caeiro
  1011. Vai alta a nuvem que passa, Poesias Inéditas
  1012. Vai alto pela folhagem, Cancioneiro
  1013. Vai lá longe, na floresta, Poesias Inéditas
  1014. Vai leve a sombra, Poesias Inéditas
  1015. Vai pela estrada que na colina, Poesias Inéditas
  1016. Vai pelo cais fora um bulício de chegada próxima, Álvaro de Campos
  1017. Vai redonda e alta, Cancioneiro
  1018. Vão breves passando, Poesias Inéditas
  1019. Vão vagos pela estrada, Cancioneiro
  1020. Vejo passar os barcos pelo mar, Poesias Inéditas
  1021. Vê-la faz pena de 'sperança, Poesias Inéditas
  1022. Velo, na noite em mim, Poesias Inéditas
  1023. Vem do fundo do campo, da hora, Poesias Inéditas
  1024. Vem dos lados da montanha, Poesias Inéditas
  1025. Vem, Noite, antiquíssima e idêntica, Álvaro de Campos
  1026. Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio, Ricardo Reis
  1027. Vendaval,- Poesias Inéditas
  1028. Venho de longe e trago no perfil, Cancioneiro
  1029. Venho dos lados de Beja. , Álvaro de Campos
  1030. Vento que passas, Poesias Inéditas
  1031. Verdadeiramente, Poesias Inéditas
  1032. Verdade, mentira, certeza, incerteza ..., Alberto Caeiro
  1033. Véspera de viagem, campainha , Álvaro de Campos
  1034. Viajar! Perder países!, Cancioneiro
  1035. Vibra, clarim, cuja voz diz, Quinto Império
  1036. Vibra do cio subtil da luz, Poemas Traduzidos
  1037. Vilegiatura, Álvaro de Campos
  1038. Vinha elegante, depressa, Poesias Inéditas
  1039. Vinham, louras, de preto, Poesias Inéditas
  1040. Vi passar, num mistério concedido, Poesias Inéditas
  1041. Viriato, Mensagem - Brasão
  1042. Visão, Cancioneiro(em construção)
  1043. Vive, dizes, no presente; Alberto Caeiro
  1044. Vivem em nós inúmeros; Ricardo Reis
  1045. Vive o momento com saudade dele, Cancioneiro(em construção)
  1046. Vive sem horas. Quanto mede pesa, Ricardo Reis
  1047. Vós que, crentes em Cristos e Marias, Ricardo Reis
  1048. Vossa formosa juventude Ieda, Ricardo Reis
  1049. Vou com um passo como de ir parar, Poesias Inéditas
  1050. Vou em mim como entre bosques, Poesias Inéditas(em construção)

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