Fernando Pessoa
Obras de Fernando Pessoa :
- A abelha Ricardo Reis
- A água chia no púcaro que elevo à boca, Alberto Caeiro
- A água da chuva desce a ladeira, Poesias Inéditas
- A aranha do meu destino, Poesias Inéditas
- Abat-jour, Cancioneiro
- Abdicação, Cancioneiro
- Abismo, Cancioneiro
- A cada qual, como a ‘statura é dada, Ricardo Reis
- A Casa Branca Nau Preta, Álvaro de Campos
- Acaso, Álvaro de Campos
- Acho tão natural que não se pense, Alberto Caeiro
- A ciência, a ciência, a ciência, Poesias Inéditas
- Acima da verdade estão os deuses. Ricardo Reis
- Aconteceu-me do alto do infinito, Cancioneiro
- Acordar da cidade de Lisboa, mais tarde do que as outrasÁlvaro de Campos
- Acordo de noite subitamente, Alberto Caeiro
- A criança loura, Cancioneiro
- A criança que pensa em fadas , Alberto Caeiro
- A criança que ri na rua, Poesias Inéditas
- Adagas cujas jóias velhas galas..., Cancioneiro
- Adiamento, Álvaro de Campos
- À dolorosa luz das grandes lâmpadas elétricas da fábrica, Álvaro de Campos
- A espantosa realidade das cousas, Alberto Caiero
- A estrada, como uma senhora, Poesias Inéditas
- A Europa jaz, posta nos cotovelos:, Mensagem - Brasão
- A Falência do Prazer e do Amor, Primeiro Fausto
- A Fernando Pessoa, Álvaro de Campos
- Affonso de Albuquerque, Mensagem - Brasão
- Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir, Álvaro de Campos
- A flor que és, não a que dás, eu quero, Ricardo Reis
- A Grande Esfinge do Egito sonha por este papel dentro..., Cancioneiro
- Aguardo, equânime, o que não conheço — Ricardo Reis
- A guerra que aflige com os seus esquadrões o Mundo, Alberto Caeiro
- Ah! A angústia, a raiva vil, o desespero, Cancioneiro
- Ah, a esta alma que não arde, Poesias Inéditas
- Ah, como incerta, na noite em frente, Poesias Inéditas
- Ah, a frescura na face de não cumprir um dever!, Álvaro de Campos
- Ah, já está tudo lido, Poesias Inéditas
- Ah, mas aqui, onde irreais erramos, Cancioneiro
- Ah, mas da voz exânime pranteia, Poesias Inéditas
- Ah, o crepúsculo, o cair da noite, o acender das luzes Álvaro de Campos
- Ah, onde estou ou onde passo, ou onde não estou nem passo, Álvaro de Campos
- Ah, perante esta única realidade, que é o mistério, Álvaro de Campos
- Ah, pouco a pouco, entre as árvores antigas, Álvaro de Campos
- A quanta melancolia! Poesias Inéditas
- Ah, quanta vez, na hora suave, Cancioneiro
- Ah, quem escreverá a história do que poderia ter sido?, Álvaro de Campos
- Ah! querem uma luz melhor Alberto Caeiro
- Além-Deus, Cancioneiro
- Ali não havia eletricidade, Álvaro de Campos
- A Lua (dizem os ingleses), Poesias Inéditas
- Amamos sempre no que temos, Cancioneiro
- A mão posta sobre a mesa, Poesias Inéditas
- Ameaçou chuva, Cancioneiro
- À Memória do Presidente-Rei Sidónio Pais, À memória do Presidente-Rei Sidónio Pais
- Amiel, Poesias Inéditas
- A minha alma partiu-se como um vaso vazio, Álvaro de Campos
- A minha camisa rota, Poesias Inéditas
- A minha vida é um barco abandonado, Cancioneiro
- A montanha por achar, Poesias Inéditas
- A morte chega cedo, Cancioneiro
- A morte é a curva da estrada, Cancioneiro
- A Múmia, Cancioneiro
- A nada imploram tuas mãos já coisas, Ricardo Reis
- Análise, Cancioneiro
- Análogo começo, Poesias Inéditas
- Andavam de noite aos segredos, Poesias Inéditas
- Andei léguas de sombra, Cancioneiro
- Antes de nós nos mesmos arvoredos, Ricardo Reis
- Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto, Alberto Caeiro
- Antonio Vieira, Mensagem
- A nau de um d'elles tinha-se perdido, Mensagem - O Encoberto
- A neve pôs uma toalha calada sobre tudo, Alberto Caeiro
- Aniversário. , Álvaro de Campos
- Anjos ou deuses, sempre nós tivemos, Ricardo Reis
- A noite desce, o calor soçobra um pouco, Alberto Caeiro
- A novela inacabada, Poesias Inéditas
- Antemanhã, Mensagem - O Encoberto
- Ao entardecer, debruçado pela janela, Alberto Caeiro
- Ao longe, ao luar, Cancioneiro
- Ao longe os montes têm neve ao sol, Ricardo Reis
- Aos deuses peço só que me concedam, Ricardo Reis
- A Outra, Cancioneiro
- Ao volante do Chevrolet pela estrada de Sintra, Álvaro de Campos
- A pálida luz da manhã de inverno, Poesias Inéditas
- A palidez do dia é levemente dourada, Ricardo Reis
- A parte do indolente é a abstrata vida, Poesias Inéditas
- A plácida face anônima de um morto, Álvaro de Campos
- Apontamento, Álvaro de Campos
- Apostila, Álvaro de Campos
- A Praça da Figueira de manhã, Álvaro de Campos
- Aproveitar o tempo! , Álvaro de Campos
- A Queda, Cancioneiro
- Aquela senhora tem um piano, Alberto Caeiro
- Aquele peso em mim — meu coração, Poesias Inéditas
- Aqui, dizeis, na cova a que me abeiro, Ricardo Reis
- Aqui está-se sossegado, Poesias Inéditas
- Aqui na orla da praia, mudo e contente do mar, Cancioneiro
- Aqui, Neera, longe, Ricardo Reis
- Aqui, neste misérrimo desterro, Ricardo Reis
- Aqui neste profundo apartamento, Poesias Inéditas
- Aqui onde se espera, Cancioneiro
- Arrumar a vida, pôr prateleiras na vontade e na ação, Álvaro de Campos
- Árvore verde, Poesias Inéditas
- As bolas de sabão, Alberto Caeiro
- Ascensão de Vasco da Gama, Mensagem - Mar Portuguez
- As horas pela alameda, Cancioneiro
- As Ilhas Afortunadas, Mensagem - O Encoberto
- As lentas nuvens fazem sono, Poesias Inéditas
- As minhas ansiedades, Cancioneiro
- As nações todas são mistérios, Mensagem - O Encoberto
- As nuvens são sombrias, Poesias Inéditas
- As quatro canções, Alberto Caeiro
- As rosas amo dos jardins de Adônis, Ricardo Reis
- A 'sperança como um fósforo inda aceso, Poesias Inéditas
- Assim como falham as palavras quando querem, Alberto Caeiro
- Assim, sem nada feito e o por fazer, Cancioneiro
- As tuas mãos terminam em segredo, Cancioneiro
- Às vezes, em dias de luz perfeita e exata, Alberto Caeiro
- Às vezes entre a tormenta, Cancioneiro
- Às vezes tenho idéias felizes, Álvaro de Campos
- Atrás não torna, nem, como Orfeu, volve, Ricardo Reis
- Atravessa esta paisagem o meu sonho dum porto infinito, Cancioneiro
- A tua carne calma, Poesias Inéditas
- A tua voz fala amorosa, Inéditas
- A Última Nau, Mensagem - O Encoberto
- Autopsicografia, Cancioneiro
- A Voz de Deus, Cancioneiro
- Azuis os montes que estão longe param, Ricardo Reis
- Azul ou verde, ou roxo quando o sol, Cancioneiro
- Baladas de uma outra terra, aliadas, Cancioneiro
- Barrow-On-Furness, Álvaro de Campos
- Basta pensar em sentir, Poesias Inéditas
- Bate a luz no Cimo, Cancioneiro
- Bem, hoje que estou só e, posso ver, Poesias Inéditas
- Bendito seja o mesmo sol ,Alberto Caeiro
- Bicarbonato de Soda, Álvaro de Campos
- Bocas roxas de vinho, Ricardo Reis
- Bóiam farrapos de sombra, Poesias Coligadas
- Bóiam leves, desatentos, Cancioneiro
- Braços cruzados, fita além do mar, Mensagem - O Encoberto
- Braços cruzados, sem pensar nem crer, Cancioneiro
- Braço sem corpo brandindo um Gládio, Cancioneiro
- Brasão Mensagem- 1a. Parte
- Breve o dia, breve o ano, breve tudo, Ricardo Reis
- Brilha uma voz na noute..., Cancioneiro
- Brincava a criança, Poesias Inéditas
- Cada coisa a seu tempo tem seu tempo, Ricardo Reis
- Cada dia sem gozo não foi teu, Ricardo Reis
- Cada um cumpre o destino que lhe cumpre, Ricardo Reis
- Cai chuva do céu cinzento, Poesias Inéditas
- Cai chuva. É noite. Uma pequena brisa, Poesias Inéditas
- Calma, Mensagem - O Encoberto
- Caminho a teu lado mudo, Poesias Inéditas
- Canção, Cancioneiro
- Cansado até dos deuses que não são..., Inéditas
- Cansa sentir quando se pensa, Cancioneiro
- Cansa ser, sentir dói, pensar destruir, Inéditas
- Canta onde nada existe, Poesias Inéditas
- Canto a Leopardi, Inéditas
- Ceifeira, Poesias Inéditas
- Cerca de grandes muros quem te sonhas, Cancioneiro
- Cessa o teu canto!, Cancioneiro
- Chega através do dia de névoa alguma coisa do, Álvaro de Campos
- Cheguei à janela, Poesias Inéditas
- Chove. É dia de Natal, Cancioneiro
- Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva, Cancioneiro
- Chove? Nenhuma chuva cai..., Cancioneiro
- Chove. Que fiz eu da vida?, Inéditas
- Chuva Oblíqua, Cancioneiro
- Clareia cinzenta a noite de chuva., Inéditas
- Claro em pensar, e claro no sentir, Mensagem - O Encoberto
- Clearly Non-Campos , Álvaro de Campos
- Com duas mãos — o Acto e o Destino —, Mensagem - Mar Português
- Começa a haver meia-noite, e a haver sossego, Álvaro de Campos
- Começa a ir ser dia, Cancioneiro
- Começa, no ar da antemanhã, Poesias Inéditas
- Começo a conhecer-me. Não existo, Álvaro de Campos
- Como a noite é longa!, Cancioneiro
- Como às vezes num dia azul e manso, Inéditas
- Como é por dentro outra pessoa, Poesias Inéditas
- Como inútil taça cheia, Cancioneiro
- Como nuvens pelo céu, Poesias Inéditas
- Como quem num dia de verão abre a porta de casa, Alberto Caeiro
- Como uma voz de fonte que cessasse, Cancioneiro
- Como um grande borrão, Alberto Caeiro
- Como se cada beijo, Ricardo Reis
- Como um vento na floresta, Inéditas
- Conclusão a sucata!... Fiz o cálculo, Álvaro de Campos
- Conselho, Cancioneiro
- Conta a lenda que dormia, Cancioneiro
- Contemplo o lago mudo, Cancioneiro
- Contemplo o que não vejo, Cancioneiro
- Contudo, contudo, Álvaro de Campos
- Coroai-me de rosas, Ricardo Reis
- Corre, raio de rio, e leva ao mar, Álvaro de Campos
- Creio que irei morrer, Alberto Caeiro
- Criança desconhecida e suja , Alberto Caeiro
- Criança, era outro, Poesias Inéditas
- Cruz na porta da tabacaria! , Álvaro de Campos
- Cruzou por mim, veio ter comigo, numa Rua da Baixa, Álvaro de Campos
- Cuidas, índio, que cumpres, apertando, Ricardo Reis
- Dá a surpresa de ser, Cancioneiro
- D. Afonso Henriques, Mensagem - O Encoberto
- Da lâmpada noturna, Ricardo Reis
- Da mais alta janela da minha casa, Alberto Caeiro
- Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo..., Alberto Caeiro
- Da minha idéia do mundo, Cancioneiro
- Da nossa semelhança com os deuses, Ricardo Reis
- Datilografia, Álvaro de Campos
- D. Diniz, Mensagem - Brasão
- D. Duarte, Rei de Portugal, Mensagem - Brasão
- De Apolo o carro rodou pra fora, Ricardo Reis
- De aqui a pouco acaba o dia., Inéditas
- D. Fernando, Infante de Portugal, Mensagem - Brasão
- Deixa-me ouvir o que não ouço., Poesias Inéditas
- Deixei de ser aquele que esperava, Poesias Inéditas
- Deixemos, Lídia, a ciência que não põe, Ricardo Reis
- Deixem-me o sono! Sei que é já manhã, Poesias Inéditas
- Deixei atrás os erros do que fui, Poesias Inéditas
- Deixo ao cego e ao surdo, Poesias Inéditas
- De La Musique, Álvaro de Campos
- De longe vejo passar no rio um navio..., Alberto Caeiro
- Demogorgon, Álvaro de Campos
- De novo traz as aparentes novas, Ricardo Reis
- De onde é quase o horizonte, Cancioneiro
- De pé, sobre os países conquistados, Mensagem - Brasão
- Depois da Feira, Cancioneiro
- Depois de amanhã, sim, só depois de manhã, Álvaro de Campos
- Depois de doze minutos, Álvaro de Campos
- Depois que todos foram, Poesias Inéditas
- Depois que o som da terra, que é não tê-lo, Poesias Inéditas
- Depus a máscara e vi-me ao espelho, Álvaro de Campos
- De quem é o olhar, Cancioneiro
- Desfaze a mala feita pra a partida!, Poesias Inéditas
- Desfraldando ao conjunto fictício dos céus estrelados, Álvaro de Campos
- Desperto sempre antes que raie o dia, Poesias Inéditas
- Deste modo ou daquele modo, Alberto Caeiro
- Deuses, forças, almas de ciência ou fé, Álvaro de Campos
- Deu-me Deus o seu gladio, porque eu faça, Mensagem - Brasão
- Deus não tem unidade, Poesias Inéditas
- Deus quer, o homem sonha, a obra nasce, Mensagem - Mar Português
- Deve chamar-se tristeza, Poesias Inéditas
- Dia após dia a mesma vida é a mesma, Ricardo Reis
- Ditosos a quem acena, Cancioneiro
- Dizem que finjo ou minto, Cancioneiro
- Dizem ?, Cancioneiro
- Dizes-me: tu és mais alguma cousa, Alberto Caeiro
- D. João Infante de Portugal, Mensagem - Brasão
- D. João, o Primeiro, Mensagem -Brasão
- D. João, o Segundo, Mensagem -Brasão
- Dobrada à Moda do Porto, Álvaro de Campos
- Dobre, Cancioneiro
- Do fundo do fim do mundo, Poesias Inéditas
- Dói viver, nada sou que valha ser, Poesias Inéditas
- Dói-me no coração, Poesias Inéditas
- Dói-me quem sou. E em meio da emoção, Poesias Inéditas
- Dois Diálogos, Primeiro Fausto
- Dois Excertos de Odes, Álvaro de Campos
- Do meio da rua, Poesias Inéditas
- Domina ou cala. Não te percas, dando, Ricardo Reis
- Domingo irei para as hortas na pessoa dos outros, Álvaro de Campos
- Do que quero renego, se o querê-lo, Ricardo Reis
- Dorme, criança, dorme, Poesias Inéditas
- Dorme enquanto eu velo..., Cancioneiro
- Dorme, que a vida é nada!, Cancioneiro
- Dorme sobre o meu seio, Cancioneiro
- Dormir! Não ter desejos nem esperanças, Poesias Inéditas
- Do seu longínquo reino cor-de-rosa, Poesias Inéditas
- Dos Lloyd Georges da Babilônia, Álvaro de Campos
- Doura o dia. Silente, o vento dura, Poesias Inéditas
- Do vale à montanha, Cancioneiro
- Doze signos do céu o Sol percorre, Poesias Inéditas
- D. Pedro, Regente de Portugal, Mensagem - Brasão
- D. Philippa de Lencastre, Mensagem - Brasão
- D. Sebastião, Mensagem - Brasão
- D. Tareja, Mensagem - Brasão
- Durmo, cheio de nada, e amanhã, Poesias Inéditas
- Durmo. Regresso ou espero?, Poesias Inéditas
- Durmo. Se sonho, ao despertar não sei, Cancioneiro
- E a extensa e vária natureza é triste, Poesias Inéditas
- É antes do ópio que a minh'alma é doente. ,Álvaro de Campos
- É boa! Se fossem malmequeres, Poesias Inéditas
- É brando o dia, brando o vento., Cancioneiro
- E fala aos constelados céus, Poesias Inéditas
- E há poetas que são artistas, Alberto Caeiro
- Eh, como outrora era outra a que eu não tinha! Poesias Inéditas
- É inda quente o fim do dia , Poesias Inéditas
- Ela canta, pobre ceifeira, Cancioneiro
- Ela ia, tranqüila pastorinha, Cancioneiro
- Elas são vaporosas, Cancioneiro
- Em Busca da Beleza, Cancioneiro
- Em horas inda louras, lindas, Cancioneiro
- Emissário de um rei desconhecido., Cancioneiro
- Em meus momentos escuros, Cancioneiro
- Em outro mundo, onde a vontade é lei, Poesias Inéditas
- Em plena vida e violência, Poesias Inéditas
- Em seu throno entre o brilho das espheras, Mensagem - Brasão
- Em toda a noite o sono não veio, Cancioneiro
- Em torno a mim, em maré cheia, Poesias Inéditas
- Em torno ao candeeiro desolado, Poesias Inéditas
- Encostei-me para trás na cadeira de convés e fechei os olhos, Álvaro de Campos
- Enfia, a agulha, Poesias Inéditas
- É noite. A noite é muito escura. Numa casa a umaAlberto Caeiro
- Entre a árvore e o vê-la, Cancioneiro
- Entre o bater rasgado dos pendões, Cancioneiro
- Entre o luar e a folhagem, Cancioneiro
- Entre o luar e o arvoredo, Poesias Inéditas
- Entre o que vejo de um campo e o que vejo de outro campo, Alberto Caeiro
- Entre o sono e o sonho, Cancioneiro
- Entre o sossego e o arvoredo, Poesias Inéditas
- E o esplendor dos mapas, caminho abstrato para a, Álvaro de Campos
- E ou jazigo haja, Poesias Inéditas
- E, ó vento vago, Poesias Inéditas
- Epitáfio Desconhecido, Poesias Inéditas
- Epitaphio de Bartolomeu Dias, Mensagem - Mar Português
- Era isso mesmo —, Poesias Inéditas
- Eram varões todos, Poesias Inéditas
- Eros e Psique,Cancioneiro
- Escrito num livro abandonado em viagem, Álvaro de Campos
- Esqueço-me das horas transviadas..., Cancioneiro
- Esta espécie de loucura, Cancioneiro
- Esta tarde a trovoada caiu, Alberto Caeiro
- Estás só. Ninguém o sabe. Cala e finge. Ricardo Reis
- Estas verdades não são perfeitas porque são ditas, Alberto Caeiro
- Esta velha angústia, Álvaro de Campos
- Este, seu scasso campo ora lavrando, Ricardo Reis
- Estou cansado, é claro, Álvaro de Campos
- Estou doente. Meus pensamentos começam a estar, Alberto Caeiro
- Estou reclinado na poltrona, é tarde, o Verão apagou-se, Álvaro de Campos
- Estou tonto, Álvaro de Campos
- É talvez o último dia da minha vida., Alberto Caeiro
- É tão suave a fuga deste dia, Ricardo Reis
- E toda a noite a chuva veio, Poesias Inéditas
- Eu, Poesias Inéditas
- Eu amo tudo o que foi, Poesias Inéditas
- Eu, eu mesmo, Álvaro de Campos
- É uma brisa leve, Poesias Inéditas
- É um campo verde e vasto, Poesias Inéditas
- Eu me resigno. Há no alto da montanha, Poesias Inéditas
- Eu nunca guardei rebanhos, Alberto Caeiro
- Eu tenho idéias e razões, Poesias Inéditas
- Exígua lâmpada tranqüila, Poesias Inéditas
- Falas de civilização, e de não dever ser, Alberto Caeiro
- Falhei. Os astros seguem seu caminho, Poesias Inéditas
- Faróis distantes, Álvaro de Campos
- Febre, Febre! Estou trêmulo de febre, Primeiro Fausto
- Feliz aquele a quem a vida grata. Ricardo Reis
- Feliz dia para quem é, Cancioneiro
- Felizes, cujos corpos, sob as árvores, Ricardo Reis
- Fernão de Magalhães, Mensagem - Mar Português
- Fito-me frente a frente ( I ), Poesias Inéditas
- Fito-me frente a frente ( II ), Poesias Inéditas
- Flores que colho, ou deixo, Ricardo Reis
- Flor que não dura, Poesias Inéditas
- Flui, indeciso na bruma, Poesias Inéditas
- Foi há muitos e muitos anos já, Poemas Traduzidos
- Foi um momento, Cancioneiro
- Fosse eu apenas, não sei onde ou como, Cancioneiro
- Fresta, Cancioneiro
- Frutos, dão-os as árvores que vivem, Ricardo Reis
- Fúria nas trevas o vento, Cancioneiro
- Gato que brincas na rua, Cancioneiro
- Gazetilha., Álvaro de Campos
- Glosa, Cancioneiro
- Glosa Poesias Inéditas
- Glosas Poesias Inéditas
- Gnomos do luar que faz selvas, Poesias Inéditas
- Gomes Leal, Cancioneiro
- Gostara, realmente, Poesias Inéditas
- Gostava de gostar de gostar, Álvaro de Campos
- Gozo os campos sem reparar para eles, Alberto Caeiro
- Gozo sonhado é gozo, ainda que em sonho, Ricardo Reis
- Gradual, desde que o calor, Poesias Inéditas
- Grandes mistérios habitam, Cancioneiro
- Grande sol a entreter, Poesias Inéditas
- Grandes são os desertos, e tudo é deserto, Álvaro de Campos
- Guia-me a só razão, Cancioneiro
- Há doenças piores que as doenças., Cancioneiro
- Há luz no tojo e no brejo, Poesias Inéditas
- Há mais de meia hora, Álvaro de Campos
- Há metafísica bastante em não pensar em nada, Alberto Caeiro
- Há música. Tenho sono, Poesias Inéditas
- Há no firmamento, Cancioneiro
- Há quanto tempo não canto, Poesias Inéditas
- Há quanto tempo, Portugal, há quanto, Álvaro de Campos
- Há quase um ano não 'screvo, Cancioneiro
- Há uma música do povo., Poesias Inéditas
- Há um frio e um vácuo no ar, Poesias Inéditas
- Há um grande som no arvoredo, Poesias Inéditas
- Há um murmúrio na floresta, Poesias Inéditas
- Há um país imenso mais real, Cancioneiro
- Há um poeta em mim que Deus me disse..., Cancioneiro
- Hiemal, Cancioneiro
- Hoje de manhã saí muito cedo, Alberto Caeiro
- Hoje, neste ócio incerto, Poesias Inéditas
- Hoje que a tarde é calma e o céu tranqüilo, Cancioneiro
- Hoje 'stou triste, 'stou triste., Poesias Inéditas
- Hora Absurda, Cancioneiro
- Hora Morta, Cancioneiro
- Horizonte, Mensagem - Mar Português
- Houve um ritmo no meu sono., Cancioneiro
- Ignorado ficasse o meu destino, Cancioneiro
- Ilumina-se a igreja por dentro da chuva deste dia, Cancioneiro
- Impressões do Crepúsculo., Cancioneiro
- Incidente, Poesias Inéditas
- Inglória é a vida, e inglório é conhecê-la, Ricardo Reis
- Iniciação, Cancioneiro
- Insônia, Álvaro de Campos
- Intervalo, Cancioneiro
- Inúmero riso sem água — só gente e coisas, Álvaro de Campos
- Isto, Cancioneiro
- Já não vivi em vão, Poesias Inéditas
- Já ouvi doze vezes dar a hora, Poesias Inéditas
- Já repeti o antigo encantamento, Cancioneiro
- Já sobre a fronte vã se me acinzenta, Ricardo Reis
- Jaz aqui, na pequena praia extrema, Mensagem - Mar Português
- Lá chegam todos, lá chegam todos , Álvaro de Campos
- Ladram uns cães a distância, Poesias Inéditas
- Lá fora onde árvores São, Poesias Inéditas
- Lá fora vai um redemoinho de sol os cavalos do carroussel ..., Cancioneiro
- Lâmpada deserta, Poesias Inéditas
- Lembro-me ou não? Ou sonhei?, Poesias Inéditas
- Lenta, descansa onda que a maré deixa, Ricardo Reis
- Lenta e lenta a hora, Cancioneiro
- Lenta e quieta a sombra vasta., Cancioneiro
- Leva-me longe, meu suspiro fundo., Cancioneiro
- Levando a bordo El-Rei D. Sebastião, Mensagem - Mar Português
- Leve, breve, suave, Cancioneiro
- Leve, leve, muito leve, Alberto Caeiro
- Leve no cimo das ervas, Poesias Inéditas
- Leves véus velam, nuvens vãs, a lua, Poesias Inéditas
- Liberdade, Cancioneiro
- Lídia, ignoramos. Somos estrangeiros, Ricardo Reis
- Li hoje quase duas páginas, Alberto Caeiro
- Lisboa com suas casas, Álvaro de Campos
- Lisbon Revisited (1923), Álvaro de Campos
- Lisbon Revisited (1926), Álvaro de Campos
- Longe da fama e das espadas, À memória do Presidente-Rei Sidónio Pais
- Longe de mim em mim existo., Poesias Inéditas
- Louco, sim, louco porque quis grandeza, Mensagem - Brasão
- Mais triste do que o que acontece, Poesias Inéditas
- Magnificat , Álvaro de Campos
- Manhã dos outros! Ó sol que dás confiança, Cancioneiro (em construção)
- Maravilha-te, memória! Poesias Inéditas
- Marinha, Cancioneiro (em construção)
- Marinetti Acadêmico, Álvaro de Campos
- Mar Manhã, Cancioneiro (em construção)
- Mar Portuguez, Mensagem
- Mas agora só me importa a luz da janela dele, Alberto Caeiro
- Mas antes era o Verbo, aqui perdido, Cancioneiro (em construção)
- Mas eu, alheio sempre, sempre entrando, Poesias Inéditas
- Mas eu, em cuja alma se refletem, Álvaro de Campos
- Mas não, é abstrata, é uma ave, Poesias Inéditas
- Mas o hóspede inconvidado, Poesias Inéditas
- Melhor destino que o de conhecer-se, Ricardo Reis
- Melodia triste sem pranto, Poesias Inéditas
- Mendigo do que não conhece, Poesias Inéditas
- Mestre, meu mestre querido!, Álvaro de Campos
- Mestre, são plácidas, Ricardo Reis
- Meto-me para dentro, e fecho a janela, Alberto Caeiro
- Meu coração esteve sempre, Poesias Inéditas
- Meu coração é um almirante louco, Álvaro de Campos
- Meu coração é um pórtico partido, Cancioneiro (em construção)
- Meu dever fez-me, como Deus ao mundo, Mensagem - Brasão
- Meu gesto que destrói, Ricardo Reis
- Meu pensamento é um rio subterrâneo, Cancioneiro (em construção)
- Meu ruído de alma cala, Poesias Inéditas
- Meu ser vive na Noite no Desejo, Poesias Inéditas
- Meus dias passam, minha fé também, Poesias Inéditas
- Meus versos são meu sonho dado, Poesias Inéditas
- Minha alma sabe-me a antiga, Poesias Inéditas
- Minha mulher, a solidão, Poesias Inéditas
- Minhas mesmas emoções, Poesias Inéditas
- Minuete Invisível, Cancioneiro
- Momento imperceptível, Cancioneiro
- Montes, e a paz que há neles, pois são longe ..., Cancioneiro (em construção)
- Música... Que sei eu de mim?, Poesias Inéditas
- Na casa defronte de mim e dos meus sonhos, Álvaro de Campos
- Nada fica de nada. Nada somos, Ricardo Reis
- Nada me prende a nada, Álvaro de Campos
- Nada. Passaram nuvens e eu fiquei, Poesias Inéditas
- Nada que sou me interessa, Poesias Inéditas
- Nada sou, nada posso, nada sigo., Cancioneiro
- Na floresta do Alheamento, Na Floresta do Alheamento
- Na margem verde da estrada, Poesias Inéditas
- Na noite escreve um seu Cantar de Amigo, Mensagem - Brasão
- Na noite que me desconhece, Poesias Inéditas
- Na noite terrível, substância natural de todas as noites, Álvaro de Campos
- Não a ti, Cristo, odeio ou menosprezo, Ricardo Reis
- Não a ti, Cristo, odeio ou te não quero, Ricardo Reis
- Não basta abrir a janela, Alberto Caeiro
- Não canto a noite porque no meu canto, Ricardo Reis
- Não consentem os deuses mais que a vida, Ricardo Reis
- Não: devagar, Álvaro de Campos
- Não digas nada! Poesias Inéditas
- Não digas nada! Que hás-me de dizer?, Poesias Inéditas
- Não dormes sob os ciprestes, Cancioneiro (em construção)
- Não durmo, nem espero dormir, Álvaro de Campos
- Não é ainda a noite, Cancioneiro (em construção)
- Não estou pensando em nada, Álvaro de Campos
- Não fiz nada, bem sei, nem o farei, Poesias Inéditas
- Não fui alguém. Minha alma estava estreita, Mensagem - Brasão
- Não haver deus é um deus também, Poesias Inéditas
- Não me digas mais nada. O resto é a vida, Cancioneiro
- Não me importo com as rimas. Raras vezes, Alberto Caeiro
- Não meu, não meu é quanto escrevo, Cancioneiro
- Não: não digas nada!, Cancioneiro
- Não não é cansaço, Álvaro de Campos
- Não, não é nesse lago entre rochedos, Poesias Inéditas
- Não: não quero nada, Álvaro de Campos
- Não, nem no sonho a perfeição sonhada, Poesias Inéditas
- Não queiras, Lídia, edificar no 'spaço, Ricardo Reis
- Não quero as oferendas, Ricardo Reis
- Não quero, Cloe, teu amor, que oprime, Ricardo Reis
- Não quero ir onde não há a luz, Poesias Inéditas
- Não quero ir onde não há luz, Poesias Inéditas
- Não quero mais que um som de água, Poesias Inéditas
- Não quero recordar nem conhecer-me, Ricardo Reis
- Não quero rosas, desde que haja rosas,Poesias Inéditas
- Não sei, ama, onde era, Cancioneiro(em construção)
- Não sei de quem recordo meu passado, Ricardo Reis
- Não sei. Falta-me um sentido, um tacto, Álvaro de Campos
- Não sei qual é o sentimento, ainda inexpresso, Álvaro de Campos
- Não sei quantas almas tenho. Fernando Pessoa
- Não sei que sonho me não descansa, Cancioneiro(em construção)
- Não sei se é amor que tens, ou amor que finges, Ricardo Reis
- Não sei se é sonho, se realidade, Cancioneiro(em construção)
- Não sei ser triste a valer, Poesias Inéditas
- Não só quem nos odeia ou nos inveja, Ricardo Reis
- Não só vinho, mas nele o olvido, deito, Ricardo Reis
- Não sou em quem descrevo. Eu sou a tela., Cancioneiro(em construção)
- Não sou nada, Álvaro de Campos
- Não tenhas nada nas mãos, Ricardo Reis
- Não tenho que sonhar que possam dar-me, Poesias Inéditas
- Não tragas flores, que eu sofro , Poesias Inéditas
- Não venhas sentar-se à minha frente, nem a meu lado; Poesias Inéditas
- Na paz da noite, cheia de tanto durar, Poesias Inéditas
- Na quinta entre ciprestes, Cancioneiro(em construção)
- Na ribeira deste rio, Cancioneiro
- Na rua cheia de sol vago há casas paradas e gente que anda, Álvaro de Campos
- Nasce um Deus. Outros morrem. A verdade, Cancioneiro(em construção)
- Nas entressombras de arvoredo, Poesias Inéditas
- Na sombra Cléopatra jaz morta, Cancioneiro(em construção)
- Na sombra do Monte Abiegno, Cancioneiro(em construção)
- Nas praças vindouras — talvez as mesmas que as nossas —, Álvaro de Campos
- Nas ruas da feira, Cancioneiro(em construção)
- Natal, Cancioneiro
- Natal... Na província neva, Cancioneiro(em construção)
- Náusea. Vontade de nada, Poesias Inéditas
- Na véspera de nada, Poesias Inéditas
- Na véspera de não partir nunca, Álvaro de Campos
- Navegadores Antigos Obra Completa
- Navio que parte para longe, Alberto Caeiro
- Negue-me tudo a sorte, menos vê-la, Ricardo Reis
- Nem da erva humilde se o destino esquece, Ricardo Reis
- Nem defini-la, nem achá-la, a ela, Cancioneiro
- Nem o bem nem o mal define o mundo, Poesias Inéditas
- Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Mensagem - O Encoberto
- Nem sempre sou igual no que digo e escrevo, Alberto Caeiro
- Nesta grande oscilação, Poesias Inéditas
- Nesta vida, em que sou meu sono, Poesias Inéditas
- Neste mundo em que esquecemos, Cancioneiro
- Nevoeiro, Mensagem - O Encoberto
- Ninguém a outro ama, senão que ama, Ricardo Reis
- Ninguém, na vasta seiva virgem, Ricardo Reis
- No acaso da rua o acaso da rapariga loira, Álvaro de Campos
- No breve número de doze meses, Ricardo Reis
- No céu da noite que começa, Poesias Inéditas
- No ciclo eterno das mudáveis coisas, Ricardo Reis
- No dia triste o meu coração mais triste que o dia..., Álvaro de Campos
- No entardecer da terra, Cancioneiro
- No entardecer dos dias de Verão, às vezes, Alberto Caeiro
- No fim da chuva e do vento, Poesias Inéditas
- No fim de tudo dormir, Álvaro de Campos
- Noite, Mensagem - O Encoberto
- Noite de S. João para além do muro do meu quintal, Alberto Caeiro
- No lugar dos palácios desertos e em ruínas, Álvaro de Campos
- No magno dia até os sons são claros, Ricardo Reis
- No mal-estar em que vivo, Cancioneiro(em construção)
- No meu prato que mistura de Natureza!, Cancioneiro(em construção)
- No meu sonho estiolaram, Poesias Inéditas
- No mundo, só comigo, deixaram, Ricardo Reis
- No ouro sem fim da tarde morta, Cancioneiro(em construção)
- No plaino, abandonadoCancioneiro
- Nos altos ramos de árvores frondosas, Ricardo Reis
- Nos jardins municipais, Poesias Inéditas
- Nota Preeliminar Mensagem
- No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, Álvaro de Campos
- No Túmulo Christian Rosencreutz, Cancioneiro
- No vale clareia uma fogueira, Mensagem - Mar Português
- Num dia excessivamente nítido, Alberto Caeiro
- Num meio-dia de fim de primavera, Alberto Caeiro
- Num sentimento de febre de ser para além doutro oceano, Para Além Doutro Oceano de C[oelho] Pacheco
- Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste, Poemas Traduzidos
- Nunalvares Pereira, Mensagem - Brasão
- Nunca a alheia vontade, inda que grata, Ricardo Reis
- Nunca conheci quem tivesse levado porrada, Álvaro de Campos
- Nunca, por mais que viaje, por mais que conheça, Álvaro de Campos
- Nunca sei como é que se pode achar um poente triste, Alberto Caeiro
- Nunca supus que isto que chamam morte, Poesias Inéditas
- Nuvens, Álvaro de Campos
- Nuvens sobre a floresta ..., Cancioneiro
- O abismo é o muro que tenho, Poesias Inéditas
- O amor é uma companhia, Alberto Caeiro
- O amor é que é essencial, Poesias Inéditas
- O amor, quando se revela, Poesias Inéditas
- O Andaime, Cancioneiro
- O Bandarra, Mensagem - O Encoberto
- O binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo, Álvaro de Campos
- O céu de todos os invernos, Poesias Inéditas
- O céu, azul de luz quieta, Cancioneiro(em construção)
- O céu 'strella o azul e tem grandeza., Mensagem - O Encoberto
- Occidente, Mensagem - Mar Português
- O Conde D. Henrique, Mensagem - Brasão
- O Contra-Símbolo, Poesias Inéditas
- Ó curva do horizonte, quem te passa, Poesias Inéditas
- O Das Quinas, Mensagem - Brasão
- Ode Marcial, Álvaro de Campos
- Ode Marítima, Álvaro de Campos
- O descalabro a ócio e estrelas..., Álvaro de Campos
- O Desejado, Mensagem - O Encoberto
- Ode Triunfal, Álvaro de Campos
- O deus Pã não morreu, Ricardo Reis
- O dia deu em chuvoso, Álvaro de Campos
- O Encoberto, Mensagem - O Encoberto
- Ó ervas frescas que cobris, Poesias Inéditas
- O esforço é grande e o homem é pequeno, Mensagem - Mar Português
- O espelho reflecte certo; não erra porque não pensa, Alberto Caeiro
- O florir do encontro casual, Álvaro de Campos
- O frio especial das manhãs de viagem, Álvaro de Campos
- O grande sol na eira, Poesias Inéditas
- O homem e a hora são um só, Mensagem - Brasão
- O horror de conhecer, Primeiro Fausto
- Oiço, como se o cheiro, Cancioneiro
- Oiço passar o vento na noite, Poesias Inéditas
- O inexplicável horror, Primeiro Fausto
- O Infante, Mensagem - Mar Português
- O Infante D. Henrique, Mensagem - O Encoberto
- Olá, guardador de rebanhos, Alberto Caeiro
- Olha, Daisy: quando eu morrer tu hás de, Álvaro de Campos
- Olha-me rindo uma criança, Poesias Inéditas
- Olho os campos, Neera, Ricardo Reis
- Olho o Tejo, e de tal arte, Cancioneiro
- O Louco, Poesias Inéditas
- O luar através dos altos ramos, Alberto Caeiro
- O luar quando bate na relva, Alberto Caeiro
- O maestro sacode a batuta, Alberto Caeiro
- O mar anterior a nós, teus medos, Mensagem - Mar Português
- O Marinheiro, O Marinheiro
- O mar jaz; gemem em segredo os ventos, Ricardo Reis
- Ó mar salgado, quanto do teu sal, Mensagem - Mar Português
- O mau aroma álacre, Poesias Inéditas
- O Menino da Sua Mãe, Cancioneiro
- O mesmo Teucro duce et auspice Teucro, Álvaro de Campos
- O meu coração quebrou-se, Poesias Inéditas
- O meu olhar é nítido como um girassol, Alberto Caeiro
- O meu olhar azul como o céu, Alberto Caeiro
- O mytho é o nada que é tudo, Mensagem - Brasão
- O mistério das cousas, onde está ele?, Alberto Caeiro
- O Mistério do Mundo, Primeiro Fausto
- O Monstrengo, Mensagem - Mar Português
- O monstrengo que esta no fim do mar., Mensagem - O Encoberto
- Ó naus felizes, que do mar vago, Cancioneiro
- Onda que, enrolada, tornas, Cancioneiro
- Onde, em jardins exaustos, Poesias Inéditas
- Onde pus a esperança, as rosas, Cancioneiro
- Onde quer que, entre sombras e dizeres, Mensagem - O Encoberto
- Onde quer que o arado o seu traço consiga, Poesias Inéditas
- Ontem à tarde um homem das cidades, Alberto Caeiro
- Ontem o pregador de verdades dele, Alberto Caeiro
- O pastor amoroso perdeu o cajado, Alberto Caeiro
- O Peso de Haver o Mundo, Poesias Inéditas
- Opiário, Álvaro de Campos
- O poeta é um fingidor, Cancioneiro
- O ponteiro dos segundos., Poesias Inéditas
- O que é vida e o que é morte, Poesias Inéditas
- O que eu fui o que é?, Poesias Inéditas
- O que há em mim é sobretudo cansaço, Álvaro de Campos
- O que me dói não é, Cancioneiro
- O que nós vemos das cousas são as cousas, Alberto Caeiro
- O que o seu jeito revela, Poesias Inéditas
- O que ouviu os meus versos disse-me: que tem isso de novo?, Alberto Caeiro
- O que sentimos, não o que é sentido, Ricardo Reis
- O Quinto Império, Mensagem - O Encoberto
- Ora até que enfim ... perfeitamente, Álvaro de Campos
- O rastro breve que das ervas moles, Ricardo Reis
- O rio que passa dura, Poesias Inéditas
- O ritmo antigo que há em pés descalços, Ricardo Reis
- O ruído vário da rua, Poesias Inéditas
- Os antigos invocaram as Musas, Álvaro de Campos
- O Dos Castelos, Mensagem - Brasão
- Oscila o incensório antigo, Poesias Inéditas
- Os Colombos, Mensagem - Mar Português
- Os Deuses da tormenta e os gigantes da terra, Mensagem - Mar Português
- Os Deuses desterrados, Ricardo Reis
- Os deuses e os Messias que são deuses, Ricardo Reis
- Os deuses, não os reis, são os tiranos, Poesias Inéditas
- Os deuses vão-se como forasteiros., Cancioneiro
- Os Deuses vendem quando dão, Mensagem - Brasão
- Ó sino da minha aldeia, Cancioneiro
- Os pastores de Virgílio tocavam avenasAlberto Caeiro
- O sol às casas, como a montes, Cancioneiro
- O sol doirava-te a cabeça loura, Poesias Inéditas
- O Sol que doura as neves afastadas, Poesias Inéditas
- O sol queima o que toca, Poesias Inéditas
- O som contínuo da chuva Poesias Inéditas
- O som do relógio, Poesias Inéditas
- O sonho que se opôs a que eu vivesse, Poesias Inéditas
- O sono é bom pois despertamos dele. Ricardo Reis
- O sono — oh ilusão! — o sono? quem Cancioneiro
- O sono que desce sobre mim, Álvaro de Campos
- Ó sorte de olhar mesquinho, Poesias Inéditas
- O sossego da noite, na vilegiatura no alto;, Álvaro de Campos
- O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, Alberto Caeiro
- O Temor da Morte, Primeiro Fausto
- O tempo que eu hei sonhado, Cancioneiro
- O ter deveres, que prolixa coisa! , Álvaro de Campos
- O teu silêncio é uma nau com todas as velas paridas..., Cancioneiro
- Ó tocadora de harpa, se eu beijasse, Cancioneiro
- O tumulto concentrado da minha imaginaçãoÁlvaro de Campos
- Ouço sem ver, e assim, entre o arvoredo, Poesias Inéditas
- O último sortilégio, Cancioneiro
- O único mistério do Universo e o mais e não o menos, Alberto Caeiro
- O Universo não é uma idéia minha, Alberto Caeiro
- Outros haverão de ter, Mensagem - O Encoberto
- Outros terão, Poesias Inéditas
- Ouvi contar que outrora, quando a Pérsia, Ricardo Reis
- Ó vento do norte, tão fundo e tão frio, Novas Poesias
- O vento sopra lá fora, Poesias Inéditas
- O vento tem variedade, Poesias Inéditas
- Padrão, Mensagem - Mar Português
- Pae, foste cavaleiro, Mensagem - Brasão
- Paira à tona de água, Cancioneiro
- Paira no ambíguo destinar-se, Poesias Inéditas
- Paisagens, quero-as Comigo, Poesias Inéditas
- Pálida, a Lua permanece, Poesias Inéditas
- Pálida sombra esvoaça, Poesias Inéditas
- Para Além Doutro Oceano, Para Além Doutro Oceano de C[oelho] Pacheco
- Pára, Meu coração!, Álvaro de Campos

- Para onde vai a minha vida, e quem a leva?, Cancioneiro

- Para os deuses as coisas são mais coisas, Ricardo Reis
- Para ser grande, sé inteiro: nada, Ricardo Reis
- Parece às vezes que desperta, Poesias Inéditas
- Parece estar calor, mas nasce, Poesias Inéditas
- Parece que estou sossegando, Poesias Inéditas
- Passa no sopro da aragem, Poesias Inéditas
- Passa uma borboleta por diante de mim, Alberto Caeiro
- Passa uma nuvem pelo sol, Cancioneiro
- Passagem das Horas, Álvaro de Campos
- Passava eu na estrada pensando impreciso, Poesias Inéditas
- Passei toda a noite, sem dormir, vendo, sem espaço, a figura dela, Alberto Caeiro
- Passos da Cruz, Cancioneiro
- Passos tardam na relva, Cancioneiro
- Passou, Cancioneiro
- Passou a diligência pela estrada, e foi-se; Alberto Caeiro
- Passou, fora de Quando, Cancioneiro
- Pastor do monte, tão longe de mim com as tuas ovelhas —, Alberto Caeiro
- Pauis de roçarem ânsias pela minh'alma em ouro ..., Cancioneiro
- Pecado Original, Álvaro de Campos
- Peguei no meu coração, Cancioneiro
- Pela rua já serena, Poesias Inéditas
- Pelo plaino sem caminho, Poesias Inéditas
- Pensar em Deus é desobedecer a Deus, Alberto Caeiro
- Pesa o decreto atroz do fim certeiro, Ricardo Reis
- Pierrot Bêbado, Cancioneiro
- Plenilúnio, Cancioneiro
- Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares,
- Pobre velha música!, Cancioneiro
- Põe-me as mãos nos ombros ..., Cancioneiro
- Poema, Cancioneiro
- Poemas dos Dois Exílios, Poesias Inéditas
- Poema em Linha Reta, Álvaro de Campos
- Pois cai um grande e calmo efeito, Poesias Inéditas
- Pois que nada que dure, ou que, durandoRicardo Reis
- Ponho na altiva mente o fixo esforço, Ricardo Reis
- Por que abrem as coisas alas para eu passar?, Cancioneiro
- Porque é que um sono agita, Cancioneiro
- Por que esqueci quem fui quando criança?, Poesias Inéditas
- Por quem foi que me trocaram?, Poesias Inéditas
- Por que, ó Sagrado, sobre a minha vida, Poesias Inéditas
- Por que sou tão triste ignoro, Poesias Inéditas(em construção)
- Por trás daquela janela, Cancioneiro
- Portugal-Infinito, onde de junho de mil novecentos e quinze, Álvaro de Campos
- Pouco a pouco o campo se alarga e se doura, Alberto Caeiro
- Pouco importa de onde a brisa, Cancioneiro(em construção)
- Pouco me importa, Alberto Caeiro
- Pousa um momento, Poesias Inéditas
- Prazer, mas devagar, Ricardo Reis
- Prece, Mensagem - Mar Português
- Prefiro rosas, meu amor, à pátria, Ricardo Reis
- Presságio, Poesias Inéditas(em construção)
- Primeiro Fausto, Primeiro Fausto
- Primeiro prenúncio de trovoada de depois de amanhã, Alberto Caeiro
- Psiquetipia (ou Psicotipia), Álvaro de Campos
- Pudesse eu como o luar, Poesias Inéditas
- Qual é a tarde por achar, Poesias Inéditas
- Qualquer caminho leva a toda a parte, Poesias Inéditas
- Qualquer Música, Cancioneiro
- Qualquer música ah, qualquer, Cancioneiro(em construção)
- Quando a erva crescer em cima da minha sepultura, Alberto Caeiro
- Quando as crianças brincam, Cancioneiro
- Quando, despertos deste sono, a vida, Cancioneiro
- Quando Ela Passa, Cancioneiro
- Quando é que passará esta noite interna, o universo, Álvaro de Campos
- Quando era criança, Cancioneiro
- Quando era jovem, eu a mim dizia: Poesias Inéditas
- Quando está frio no tempo do frio, para mimAlberto Caeiro
- Quando eu me sento à janela, Cancioneiro
- Quando eu não te tinha, Alberto Caeiro
- Quando, Lídia, vier o nosso outono, Ricardo Reis
- Quando já nada nos resta, Poesias Inéditas
- Quando nas pausas solenes, Poesias Inéditas(em construção)
- Quando olho para mim não me percebo, Álvaro de Campos
- Quando tornar a vir a Primavera, Alberto Caeiro
- Quando vier a Primavera, Alberto Caeiro
- Quanta mais alma ande no amplo informe, Poesias Inéditas
- Quanta tristeza e amargura afoga, Ricardo Reis
- Quanto faças, supremamente faze, Ricardo Reis
- Quanto fui peregrino, Poesias Inéditas(em construção)
- Quão breve tempo é a mais longa vida, Ricardo Reis
- Quase anônima sorris, Poesias Inéditas(em construção)
- Que a morte me desmembre em outro, e eu fique, Primeiro Fausto
- Que auréola te cerca? Mensagem - Brasão
- Que coisa distante, Cancioneiro(em construção)
- Que costa é que as ondas contam, Mensagem - O Encoberto
- Que enigma havia em teu seio, Mensagem - Brasão
- Que jaz no abysmo sob o mar que se ergue?, Mensagem - O Encoberto
- Que lindos olhos de azul inocente os do pequenito do agiota!, Álvaro de Campos(em construção)
- Quem bate à minha porta, Cancioneiro(em construção)
- Quem diz ao dia, dura! e à treva, acaba! Ricardo Reis
- Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois, Alberto Caeiro
- Quem me dera que eu fosse o pó da estrada, Alberto Caeiro
- Quem me roubou a minha dor antiga, Cancioneiro(em construção)
- Quem me roubou quem nunca fui e a Vida?, Poesias Inéditas(em construção)
- Que morta esta hora!, Cancioneiro(em construção)
- Quem te disse ao ouvido esse segredo, Cancioneiro
- Quem vende a verdade, e a que esquina?, Poesias Inéditas(em construção)
- Que noite serena! Que lindo luar!, Álvaro de Campos
- Que pandeiretas o silencio deste quarto!..., Cancioneiro(em construção)
- Quero acabar entre rosas, porque as amei na infância, Álvaro de Campos
- Quero dos deuses só que me não lembrem, Ricardo Reis
- Quero fugir ao mistério, Primeiro Fausto
- Quero ignorado, e calmo, Ricardo Reis
- Quero ser livre insincero, Poesias Inéditas(em construção)
- Quero, terei —, Poesias Inéditas(em construção)
- Quer pouco: terás tudo, Ricardo Reis
- Que symbolo fecundo, Mensagem - O Encoberto
- Que suave é o ar! Como parece, Poesias Inéditas
- Que voz vem no som das ondas, Mensagem - O Encoberto
- Quinto Império, Quinto Império
- Rala cai chuva. O ar não é escuro. A hora, Poesias Inéditas
- Rasteja mole pelos campos ermos. Ricardo Reis
- Realidade, Álvaro de Campos
- Redemoinha o vento, Cancioneiro
- Relógio, morre —, Poesias Inéditas
- Renego, lápis partido, Poesias Inéditas
- Repousa sobre o trigo, Cancioneiro
- Reticências, Álvaro de Campos
- Reza por mim, Maria, eu sentirei, Primeiro Fausto
- Saber? Que sei eu?, Cancioneiro
- Sabes quem sou? Eu não sei, Poesias Inéditas
- Sábio é o que se contenta com o espetáculo do mundo, Ricardo Reis
- Sá-Carneiro, Poesias Inéditas
- Sagra, sinistro, a alguns o astro baço, Cancioneiro
- Saudação a Walt Whitman, Álvaro de Campos
- Saudade Dada, Cancioneiro
- Saudade eterna, que pouco duras! Poesias Inéditas
- Saudoso já deste verão que vejo, Ricardo Reis
- 'Screvo meu livro à beira-magua, Mensagem - O Encoberto
- Se a alma que sente e faz conhece, Mensagem - Brasão
- Se a cada coisa que há um deus compete, Ricardo Reis
- Se às vezes digo que as flores sorriem, Alberto Caeiro
- Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia, Alberto Caeiro
- Se estou só, quero não 'star, Poesias Inéditas
- Se eu, ainda que ninguém, Cancioneiro
- Se eu me sentir sono, Poesias Inéditas
- Se eu morrer novo, Alberto Caeiro
- Se eu pudesse não ter o ser que tenho, Poesias Inéditas

- Se eu pudesse trincar a terra toda, Alberto Caeiro
- Segue o teu destino, Ricardo Reis
- Seguro assento na coluna firme, Ricardo Reis
- Sei bem que não Consigo, Poesias Inéditas

- Sei que despertei e que ainda durmo, Na Floresta do Alheamento
- Sei que nunca terei o que procuro, Poesias Inéditas

- Se já não torna a eterna primavera, Cancioneiro
- Seja o que for que esteja no centro do Mundo, Alberto Caeiro
- Senhor, a noite veio e a alma é vil, Mensagem - O Encoberto
- Sentou-se bêbado à mesa e escreveu um fundo, Álvaro de Campos
- Se o homem fosse como deveria ser, Alberto Caeiro
- Sepulto vive quem é a outrem dado, Poesias Inéditas

- Se quiserem que eu tenha, um misticismo, Alberto Caeiro
- Ser consciente é talvez um esquecimento, Poesias Inéditas
- Se recordo quem fui, outrem me vejo, Ricardo Reis
- Serena voz imperfeita, eleita, Cancioneiro
- Sereno aguarda o fim que pouco tarda, Ricardo Reis
- Se sou alegre ou sou triste? , Poesias Inéditas

- Se te queres matar, por que não te queres matar?, Álvaro de Campos
- Se tudo o que há é mentira, Poesias Inéditas
- Se alguém bater um dia à tua porta,Poesias Inéditas
- Severo narro. Quanto sinto, penso. Ricardo Reis
- Silfos ou gnomos tocam? ..., Cancioneiro
- Símbolos? Estou farto de símbolos , Álvaro de Campos
- Símbolos. Tudo símbolos , Álvaro de Campos
- Sim, já sei, Poesias Inéditas
- Sim, passava aqui freqüentemente há vinte anos, Álvaro de Campos
- Sim, sei bem, Ricardo Reis
- Sim, sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo, Álvaro de Campos
- Sim, tudo é certo logo que o não seja, Poesias Inéditas
- Soam vãos, dolorido epicurista, Cancioneiro
- Sob a leve tutela, Ricardo Reis
- Sob olhos que não olham — os meus olhos —, Poesias Inéditas (em construção)
- Só esta liberdade nos concedem, Ricardo Reis
- Sofro, Lídia, do medo do destino, Ricardo Reis
- Solene passa sobre a fértil terra, Ricardo Reis
- Sol nulo dos dias vãos, Cancioneiro(em construção)
- Só a natureza é divina, e ela não é divina ..., Alberto Caeiro
- Soneto Já Antigo, Álvaro de Campos
- Sonhava, anonymo e disperso, Mensagem - O Encoberto
- Sonhei, confuso, e o sono foi disperso,Poesias Inéditas
- Sonho. Não sei quem sou neste momento, Cancioneiro
- Sonho sem fim nem fundo, Poesias Inéditas(em construção)
- Sonhos, sistemas, mitos, ideais ..., Cancioneiro(em construção)
- Só o ter flores pela vista fora, Ricardo Reis
- Sopra demais o vento, Cancioneiro
- Sopra o vento, sopra o vento, Poesias Inéditas(em construção)
- Só quem puder obter a estupidez, Cancioneiro
- Sorriso audível das folhas, Cancioneiro
- Sossega, coração! Não desesperes! - Poesias Inéditas
- Sou o Espírito da treva - Poesias Inéditas
- Sou louco e tenho por memória, Poesias Inéditas
- Sou um evadido, Poesias Inéditas

- Sou um guardador de rebanhos, Alberto Caeiro
- Sou vil, sou reles, corno toda a gente, Álvaro de Campos
- Sozinho, no cais deserto, a esta manhã de Verão, Álvaro de Campos
- 'SperaI Cai no areal e na hora adversa, Mensagem - O Encoberto
- Suavemente grande avança, Cancioneiro(em construção)
- Súbdito inútil de astros dominantes, Ricardo Reis
- Súbita mão de algum fantasma oculto, Cancioneiro(em construção)
- Súbita, uma angústia , Álvaro de Campos
- Tabacaria, Álvaro de Campos
- Talvez que seja a brisa, Poesias Inéditas

- Também sei fazer conjeturas, Alberto Caeiro
- Tão abstrata é a idéia do teu ser, Cancioneiro(em construção)
- Tão cedo passa tudo quanto passa!, Ricardo Reis
- Tão linda e finda a memoro!, Poesias Inéditas(em construção)
- Tão vago é o vento que parece, Poesias Inéditas

- Temo, Lídia, o destino. Nada é certo, Ricardo Reis
- Tenho dito tantas vezes, Cancioneiro
- Tenho dó das estrelas, Cancioneiro(em construção)
- Tenho em mim como uma bruma, Poesias Inéditas(em construção)
- Tenho escrito muitos versos, Poesias Inéditas
- Tenho esperança? Não tenho, Poesias Inéditas
- Tenho pena até ... nem sei, Poesias Inéditas
- Tenho principalmente não ter nada —, Poesias Inéditas(em construção)
- Tenho sono em pleno dia, Poesias Inéditas

- Tenho tanto sentimento, Cancioneiro
- Tenho uma grande constipação, Álvaro de Campos
- Tênue, como se de Éolo a esquecessem, Ricardo Reis
- Tênue, roçando sedas pelas horas, Cancioneiro(em construção)
- Terceiro, Mensagem - O Encoberto
- Teu corpo real que dorme, Poesias Inéditas(em construção)
- Teu inútil dever, Poesias Inéditas(em construção)
- Teu perfil, teu olhar real ou feito, Poesias Inéditas(em construção)
- Teus olhos entristecem, Cancioneiro
- The Times, Álvaro de Campos
- Tirem-me os deuses, Ricardo Reis
- Toda a obra é vã, e vã a obra toda, Poesias Inéditas(em construção)
- Todas as cartas de amor são, Álvaro de Campos
- Todas as cousas que há neste mundo, - Poesias Inéditas
- Todas as opiniões que há sobre a natureza, Alberto Caeiro
- Todo começo é involuntário, Mensagem - Brasão
- Todos os dias agora acordo com alegria e pena, Alberto Caeiro
- Toma-me, ó noite eterna, nos teus braços, Cancioneiro(em construção)
- Tomamos a Vila Depois de um Intenso Bombardeamento, Cancioneiro
- Tormenta, Mensagem - O Encoberto
- Tornar-te-ás só quem tu sempre foste, Poesias Inéditas
- Traço sozinho, no meu cubículo de engenheiro, o plano, Álvaro de Campos
- Trago dentro do meu coração, Álvaro de Campos
- Trapo, Álvaro de Campos
- Treme em luz a água, Cancioneiro
- Trila na noite uma flauta. É de algum, Cancioneiro(em construção)
- Triste de quem vive em casa, Mensagem - O Encoberto
- Tuas, não minhas, teço estas grinaldas, Ricardo Reis
- Tudo, desde ermos astros afastados, Ricardo Reis
- Tudo Quanto Penso - Poesias Coligidas
- Tudo que sinto, tudo quanto penso,Poesias Inéditas
- Tudo quanto sonhei tenho perdido, Poesias Inéditas(em construção)
- Tudo que cessa é morte, e a morte é nossa, Ricardo Reis
- Tudo que faço ou medito, Cancioneiro
- Tu, místico, vês uma significação em todas as cousas, Alberto Caeiro
- Ulysses, Mensagem - O Encoberto
- Última estrela a desaparecer antes do dia, Alberto Caeiro
- Uma após uma as ondas apressadas, Ricardo Reis
- Uma gargalhada de rapariga soa do ar da estrada, Alberto Caeiro
- Uma maior solidão, Poesias Inéditas
- Uma névoa de outono o ar raro vela, Poesias Inéditas
- Uma só luz sombreia o cais, Poesias Inéditas
- Um dia baço mas não frio , Poesias Inéditas
- Um dia de chuva é tão belo como um dia de Sol, Alberto Caeiro
- Um dia, num restaurante, fora do espaçoÁlvaro de Campos
- Um muro de nuvens densas, Cancioneiro
- Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta, Alberto Caeiro
- Universal lamento, Poesias Inéditas
- Uns, com os olhos postos no passado, Ricardo Reis
- Uns Versos Quaisquer, Cancioneiro
- ...Vaga história ,Poesias Inéditas
- Vaga, no azul ampla solta, Cancioneiro
- Vaga saudade, tanto, Poesias Inéditas
- Vai alta no céu a lua da Primavera, Alberto Caeiro
- Vai alta a nuvem que passa, Poesias Inéditas
- Vai alto pela folhagem, Cancioneiro
- Vai lá longe, na floresta, Poesias Inéditas
- Vai leve a sombra, Poesias Inéditas
- Vai pela estrada que na colina, Poesias Inéditas
- Vai pelo cais fora um bulício de chegada próxima, Álvaro de Campos
- Vai redonda e alta, Cancioneiro
- Vão breves passando, Poesias Inéditas
- Vão vagos pela estrada, Cancioneiro
- Vejo passar os barcos pelo mar, Poesias Inéditas
- Vê-la faz pena de 'sperança, Poesias Inéditas
- Velo, na noite em mim, Poesias Inéditas
- Vem do fundo do campo, da hora, Poesias Inéditas
- Vem dos lados da montanha, Poesias Inéditas
- Vem, Noite, antiquíssima e idêntica, Álvaro de Campos
- Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio, Ricardo Reis
- Vendaval,- Poesias Inéditas
- Venho de longe e trago no perfil, Cancioneiro
- Venho dos lados de Beja. , Álvaro de Campos
- Vento que passas, Poesias Inéditas
- Verdadeiramente, Poesias Inéditas
- Verdade, mentira, certeza, incerteza ..., Alberto Caeiro
- Véspera de viagem, campainha , Álvaro de Campos
- Viajar! Perder países!, Cancioneiro
- Vibra, clarim, cuja voz diz, Quinto Império
- Vibra do cio subtil da luz, Poemas Traduzidos
- Vilegiatura, Álvaro de Campos
- Vinha elegante, depressa, Poesias Inéditas
- Vinham, louras, de preto, Poesias Inéditas
- Vi passar, num mistério concedido, Poesias Inéditas
- Viriato, Mensagem - Brasão
- Visão, Cancioneiro(em construção)
- Vive, dizes, no presente; Alberto Caeiro
- Vivem em nós inúmeros; Ricardo Reis
- Vive o momento com saudade dele, Cancioneiro(em construção)
- Vive sem horas. Quanto mede pesa, Ricardo Reis
- Vós que, crentes em Cristos e Marias, Ricardo Reis
- Vossa formosa juventude Ieda, Ricardo Reis
- Vou com um passo como de ir parar, Poesias Inéditas
- Vou em mim como entre bosques, Poesias Inéditas(em construção)
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